capitulo 35

1047 Palavras
Antonie... Depois de tudo que a Sophie ou Beatriz me contou eu fiquei pensando como eu poderia ajudar meu anjo, os documentos que ela tinha estava no nome de Paola Barcelo, quem era essa mulher? O que ela havia feito na vida para estar nesse ponto. Ela estava dormindo dei um calmante para ela, desci para meu escritório, e fiquei pesquisando, sobre as possibilidades do que ela poderia ter, e por conta disse fiquei ali horas e horas, e percebi que havia alguns tratamentos tipo hipnose, regressão, psiquiatra e conversa em grupo, eu não sabia qual dessas alternativas seria melhor para, mas eu iria tentar várias ou todas até meu anjo realmente ficar boa. Francesca: oi amor! Acordei e senti a cama um pouco vazia, então sai a sua procura, não gosto de ficar sozinha. Antonie: oi meu anjo, como você está? Se sente melhor? Francesca: estou ótima, na verdade, estou um pouco dolorida, você me pegou de jeito hein. Antonie: que? Francesca: não precisa ficar com vergonha amor eu sei que sou insaciável, esta tudo bem. Vem o que você acha de a gente pegar uma hidro para a gente relaxar? Antonie: não sei se é uma boa opção já que você não estava bem até agora. Francesca: estou me sentindo ótima, e olha para mim, meu corpo quer você. Nesse momento, ela abre o roupão e está completamente nua. Não sei porque de alguma forma eu sentia que aquela que estava para na minha frente não era a doce Sophie, nem a misteriosa Beatriz. Eu não conseguia identificar quem poderia ser, mas pelos modos só pode ser a Francesca. Mas antes que eu faça qualquer coisa eu precisava ter certeza de quem era. Antonie: nossa assim você acaba comigo, minha deusa. Francesca: venha meu garanhão que eu hoje quero acabar mais um pouco com você. Antonie: Fran você é realmente insaciável Francesca: eu não quero que me chame assim, meu nome é Francesca, e não Fran. Antonie: desculpe meu anjo, achei que você não iria se importar por eu te chamar assim. Francesca: ei odeio esse apelido, mas deixa isso para lá e venha, quer saber eu vou ate você. Ela veio caminhando até mim completamente nua, me virar na cadeira abre minha calça, meu p*u pulou para fora já pingando o pré g**o, porque independente de quem fosse ali Sophie, Beatriz ou Francesca todas me deixavam com um t***o enorme. E quando ela viu meu p*u duro feito rocha ele sentou com toda sua força, e começou a rebolar. Eu não queria que ela fizesse aquilo, eu não me queria se aproveitar dela, mas o que eu poderia fazer se ela mesma estava ali nua e gemendo no meu ouvido pedido mais, e mais. Ainda que eu quisesse me manter firme não tinha como ela é muito gostosa, não tem como ficar louco com essa mulher chamada mistério. Berdinaze... Quando eu entrei e percebi que minha Antonia estava flertando com outro homem eu não sei dizer o que eu senti, uma mistura de decepção, raiva culpa ódio e alivio, pois enquanto eu estava de alguma forma, com vergonha por ter gostado da forma como ela fez aquele boquete ao ponto de introduzir um dedo no meu anos e mesmo assim eu gostou, por outro lado estava me sentindo culpado por ela ter se entregado a mim de uma forma que ela nunca havia feito antes, e depois ter acordado sozinha na manhã seguinte. Mas agora tudo fazia sentido aquele papo de divorcio, de eu estar gostando de uma outra mulher toda aquela conversa fiada agora eu entendo. Antonia: o que você esta fazendo aqui Be Berdinaze: não me veio com esse Be, que eu sou mais Ba = Banana, porque você esta fazendo isso comigo Antonia? Antonia: vai pra casa depois a gente conversa, não quero nenhuma cena desnecessário por favor. Berdinaze: cena? É isso que você esta me falando que eu estou fazendo cena? Depois de tudo que você me disse ontem eu que estou fazendo cena? Não seja m*l caráter Antonia. Antonia: Jeremias por favor, todos estão olhando. Berdinaze: eu quero que se f**a todos inclusive você, chega estou cansado disso tudo. Sai daquele lugar, cantando pneu fiquei dirigindo igual um i****a, até que parei num bar desci do carro cheguei ate o balcão e pedi uma bebida bem forte, pois o que eu com tanta raiva, sentei ali mesmo no balcão e ali eu fiquei bebendo e remoendo a cena do restaurante na minha cabeça. Eles eram amante com certeza ou porque ela estaria com tanta i********e, eu aqui me sentindo um lixo, enquanto minha mulher está trepando com um vagabundo. Pedi mais duas doses e estava basicamente o copo quando escuto uma voz feminina. Bruna: nossa pelo jeito, nao é só eu que está tendo um domingo péssimo. Berdinaze: pois é? As vezes tempos que chutar o balde mesmo. Bruna: é verdade. Prazer Bruna. Berdinaze: muito prazer Bruna. Berdinaze. Começamos a conversa, e a beber, e ela se revelou como a mulher de hoje mais cedo quando estrava distraído e quase acabei atropelada. Conversa vai conversa vem depois de uma hora de conversa eu estava fodendo com força a Bruna no banheiro imundo daquele bar, eu pegava ela de quatro e ela gostava e gemia igual uma p**a safada de rua. Bruna: vai meu cachorrão come sua cadelinha, estava precisando disso de uma boa f**a. Berdinaze: tu é muito v***a, mas eu adoro, mas não quero ficar só nisso, quero você na cama, para f***r esse seu cuzinho com cara de docinho. Bruna: então me faz gozar aqui e me leva para o motel, vamos terminar lá no motel, seu gostoso E realmente estava muito gostoso, eu nunca tinha feito aquilo sexo num banheiro de bar imundo, com uma mulher que eu nem sei se era limpa sem preservativo, pensando apenas no prazer que tudo aquilo estava me dando. Naquele momento, naquela situação a única mulher que vinha na minha mente, era a v***a da Francesca a forma que aquela Bruna me, lembrava ela, ate a safadeza e p*****a me lembrava a Francesca, eu precisava ter pelo menos a Francesca na minha cama uma única vez, sem barreira ou reserva apenas por puro prazer a luxuria. Custe o que custar.
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