Isabela García Rivera Adam dirigia de volta para casa, uma mão no volante e outra na minha perna, minha i********e ainda palpitava da sua posse, por tê-lo recebido tão grosso dentro de mim e por mais que estivesse dolorida eu o queria de novo dentro de mim. Sempre fico impressionada como o carro de Adam é silencioso, não se ouve nenhum barulho quando ele estaciona, descemos do carro e entramos na casa, passa um pouco da meia noite, todos já estão recolhidos e tudo é penumbra e eu quero continuar transando. - Vamos subir Adam. - Você quer ser comida no quarto é? Adam fala de um jeito que faz meu rosto arder. - Não precisa ficar vermelha Bela, eu gosto que você me deseje, porque eu desejo você igual um desesperado. Adam fala e eu gosto do que escuto, quando estamos prestes a subir a e

