Louis Beaumont O relógio marcava quase três da manhã. O silêncio da madrugada em Paris parecia pesado, quase sufocante, enquanto eu, Ryan e o restante da equipe nos preparávamos para a missão. Havíamos localizado o celular de Carolina em um armazém abandonado nos arredores da cidade. Era nossa primeira pista concreta, e o tempo estava contra nós. Cada segundo contava, e cada segundo que ela passava desaparecida me deixava mais perto da loucura. Ryan estava ao meu lado, revisando o mapa do armazém e instruindo os soldados sobre as rotas de entrada e saída. Seu rosto estava tenso, refletindo a seriedade da situação. Eu sabia que ele estava tão determinado quanto eu, mas minha mente não conseguia se desligar de Carolina. A imagem dela, sozinha, com medo, talvez machucada, não me deixava pen

