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2658 Palavras

Seja refém de algo que te liberte (...) - Você vai ficar quieta ou não? - Samyaza me perguntou, abrindo suas asas e caí no chão ao ser solta. - Ele vai me achar - Falei limpando minha lágrima - Como a outra vez. Ele vai me encontrar. - Os humanos são tão positivos. Até demais na verdade. - Ele riu debochado. Segurou forte em meu braço e me levantou do chão com um puxão arrogante e brusco. Olhei ao redor enquanto andávamos. É uma sala de estar muito grande e sem nenhum móvel, apenas corredores enormes e colunas em todo lugar segurando o teto. Não vejo ninguém, mas escuto murmúrios em todos os lados. - Onde está me levando? - Perguntei sem esperar nenhuma resposta. - Não se lembra? Já esteve aqui antes. Até um m****o de sua família esteve aqui antes - Ele falou com um sorriso de lado.

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