SARAH
Primeira coisa foi fazer o resto de compras da casa, coisas fúteis, depois conversei com o Filho do Antônio e da Maria sobre a segurança, descobri muita coisa, primeiro que eles trabalham para a família Sorrentino Montanari, exato, para a Máfia, são seguranças, mas não é o principal, O mais velho se chama Vicentino, tem 42 anos serviu para o exército e Elano tem 38 anos que seguiu os passos do irmão.
Conheci apenas o mais velho, por sorte, ele ficara longe resolvendo alguns problemas. Então, não verei ele novamente.
Ele explicou-me como funciona a sala de segurança, sendo 3 salas (porque a pessoa que morava aqui precisava de 3 cômodos? Para mim com certeza vai ser bom), mostrou-me o equipamento e como funciona, disse ser de última geração, exibiu com detalhe e serenidade, como se eu fosse uma anta (desculpa pelo animal), mas eu já mexi nesse suporte, sabia que eles estão (mega) ultrapassados não tem nada de moderno e atualizado aqui.
Depois disso reforcei toda a segurança, modifiquei tudo, atualizei com os melhores equipamentos e de última geração, troquei a tranca da porta, coloquei por a******a digital, quando a minha irmã chegar, faço o cadastro dela.
Parte de segurança. OK ✔
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Passo em alguma concessionária de veículos, olhar os catálogos de carros, quando vi uma linda moto na frente da concessionária, como se fosse uma joia, apaixonei-me, já decido que vou levá-la, na escolha do carro vejo um mais lindo que o outro, mas opto por um lindíssimo, Peugeot do Ano, pergunto para o vendedor se ele tem algum automóvel mais potente, o vendedor mostra-me um Bugatti que acabara de chegar, mas pelo preço dá para comprar mais 10 carros ao que comprei agora pouco, agradeci, mas Mostrei a camionete que estava comigo, o vendedor falou bem, pedi se ele poderia pedir uma igual e da mesma cor, entretanto farei algumas alterações, ele ficou a pensar, mas quando eu disse que pagaria a vista. Topou na hora.
A moto já posso levar, o carro chega em 30 dias, e a camionete demora 3 meses com as alterações que eu pedi, mas ela chegando, vou fazer mais alteração, vou enviar ela para um engenheiro mecânico que a Rosa Cruz conhece que faz uns trabalhos maravilhoso nos carros, ansiosa!
Nesta concessionária todos os carros, motos, barcos, lanchas, etc.. Que vendem são blindados, é ótimo, mas não estou cm vontade de fazer o teste agora.
Automóveis. OK ✔
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Preciso resolver de como entrar no meio desse mundo da moda, mas com cautela, decido que primeiro irei fazer um atelier e no primeiro andar vai ser uma Boutique. Informei a minha irmã e perguntei o que ela acharia, amou a ideia, então vou à procura do local de onde vai ser.
Todos os lugares que eu ia era caro demais ou pequeno, achei um terreno bem grande, assim por acaso, o homem colocava a placa de "vende-se" bem na hora que eu passava na frente.
Estava de moto, estacionei e fui falar com o homem, por sorte o terreno ficava perto do shopping e dos pontos principais da cidade, então é um ótimo ponto e bem estratégico.
Uma semana depois faço a compra do terreno, contrato um advogado que é um dos melhores que a Rosa Cruz enviou-me o contato. Sobre a papelada do terreno e transferência ele deixa-me ciente que vai demorar de uma semana a um mês para tudo ficar em ordem.
Compra do terreno. OK ✔
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Agora preciso de um engenheiro ou arquiteto e/ou um 'design' de interiores.
Como é a força do pensamento, logo que pensei, apareceu-me um. E vou contar como achei um, consequentemente conheci ele numa cafeteria.
Estava sentada na cafeteria logo pela manhã, olhando uns esboços da minha irmã, umas papeladas, check list, documentos, o notebook está aberto em cima da mesa, tomo um suco, quando um homem simplesmente para, observa, olha os esboços e diz alto.
Matt— Meuuuu Deeeus, olha que tuuuudooo, oh! Esse vestido.
Lembro que olhei em choque, mas a reação dele, foi maravilhosa, tão espontânea e ele com o olho arregalado olhando os croquis e a minha cara espantada é pela ousadia de pegar os papeis sem permissão.
SARAH — será que vende? -Falei com dúvida.
Matt — a nossa, como vende, ainda mais nesse seu corpo tesudo. Servira como uma linda modelo.
Gargalhei alto, é bem espontâneo, ele olhava-me de cima a baixo, mas percebi de fato que eu não sou o tipo dele, mas não mesmo, da fruta que gosto ele come até o caroço, se duvidar até a semente.
Matt— chamo-me Mattia Rossi, mas pode chamar-me Matt. – Me cumprimentou com a mão, chegou perto de mim e terminou de dizer, — porque fui muito com a sua cara, Matt é só para íntimos-fala num sussurro como se fosse segredo.
SARAH— me chamo Sarah Barone. E, fico muito feliz, também fui muito com a sua cara.- Ele fica todo sorridente.
Matt, é um homem muito bonito, tem cabelos pretos, de olhos claros esverdeados, pele branquinha, tem o tipo físico do jardineiro Lucas e usa um óculos, que cai bem nele, se veste muito bem, gostei! Ele veste uma calça e camisa jeans e um sapatênis.
Daí em diante começamos a conversa, trocamos telefones e marcamos de sair, quando comentei ser nova na cidade e nem conhecia nada, ele disse-me que faria uma viagem em breve, mas que dentro de um mês ele estaria de volta e me apresentaria a várias 'boates', lugares, pontos turísticos, comidas, etc. Fiquei muito feliz. Perguntei se ele conhecia um arquiteto e design de interiores, quando ele diz com toda alegria e orgulho, que ele mesmo é o Melhor. Contei que preciso de um e mostrei o que pretendia e as minhas ideias, ele diz ajudar-me. Fico mais feliz ainda, contei com mais detalhes, foi a ouvir e foi a dar algumas ideias, marcamos de, quando ele chegar da viagem, marcar algo para ver tudo isso com mais calma.
Escolhido o Arquiteto e o design. OK✔
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Conversa vai e conversa vem, comentei que preciso de um emprego e Matt, passou o contato de um amigo fotografo, e que o amigo, contrata algumas modelos para posarem em revistas de catálogos, ou de boa forma, exercícios, essas coisas, e que precisa de mulheres do "protótipo" o meu, que não seja, como ele disse: "osso para cachorro" que isso já saiu da moda, porque ninguém tem esse padrão de beleza mais. Que é agora a moda ÃO, senti-me gorda na hora, apesar de não ser, tenho barriga bem lisinha e chapada, como dizem. Enfim o do ÃO ele explicou, mulherão, corpo violÃO, bundÃO, coxÃO, peitÃO, corpÃO e cerebrÃO. Quando ele terminou de falar, comecei a gargalhar. Ainda a parte do cerebrão, que significa inteligência.
Aproveitei e liguei para o amigo dele, que passou o contato do colega, e irei fazer uma entrevista daqui a dois dias, mas isso já está no papo.
Ficamos horas conversando até que ele teve que ir embora. Queria conversa mais com ele, adorei.
Trabalho como modelo e entrando nesse mundo da moda. Ok ✔
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Fui ver Matt depois de dois meses, tudo acabou atrasando, as papeladas atrasaram, porque era começo de ano, então muitas pessoas estavam de férias, depois que encontrei com Matt, começamos a conversa sobre o que fazer, ele pensa em algo grandioso, amei toda a ideia, sempre que lhe falava, consultava a minha irmã, e ela respondia sempre com algo positivo, demorava semanas para obter respostas, e então consequentemente adiava semanas para dar outro passo, mas enfim, deu certo, ia ser de 8 a 11 meses de obra, é quase um parto, mas enfim, demorou mais que 14 meses, e faltava um mês para buscar Melissa, então preferi inaugurar quando ela estivesse aqui e ainda vai dar tempo de organizar muita coisa.
A Boutique demorou, porque foi feito um prédio de 6 andares, à frente da boutique é toda de vidro, na boutique tem várias áreas (espaços), até um espaço masculino para os homens ficarem a esperar as suas mulheres, um bar, cada lugar um conceito diferente, estilo diferente, quando entra na loja e vê que o Pé direito é super-alto, de longe vê uma escada dupla, que cada escada vai para um andar. A Boutique tem 3 andares e as outras 3 são os ateliês, sala de reunião, costura, tecidos, estoque, produção, etc. A boutique ela é moderna, minimalista, romântica, sensual.
Matt, ele era novo no ramo, fez outros serviços, mas o meu foi o Primeiro que ele pegou que foi gigantesco, e olha que ele fez um excelente serviço.
A boutique é grandiosa, muito ampla, tudo é perfeito aqui, estou tão fascinada por tudo, e isso porque ainda não está nem pronta. Mas já imagino como vai ficar.
Boutique quase resolvido. OK✔
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Nesse meio tempo fui fazer a tal entrevista, ele contratou-me na hora, pediu para um advogado ler o contrato, passou todos os dados da empresa e comentou que faz isso porque existem empresas clandestinas e por segurança aplica essa forma, tanto que nos encontramos num lugar público, a partir deste momento comecei a trabalhar como modelo, sai em várias revistas, surgi no mundo da 'Internet', Matt ajudou-me muito com tudo, fiz um i********:, redes sociais, comecei a ficar popular, mas isso após uns 8 meses, mas não julguei que demorou, mas eu não era super conhecida ainda, mas nem sei se queria essa fama, nesse tempo que trabalhava, fui a vários eventos, chegavam várias propostas, uma delas foi para me prostituir (p****************o), neguei, o Homem, que me ofereceu conversou com outro homem mais jovem, o mais novo é candidato a prefeito da cidade, (eu observava tudo sem perceberem) o mesmo veio até mim com calma, confiante e discreto, falou comigo e diz que se chama Carlo, convidou-me para conhecer algumas instituições e ansiava que eu fosse capa de uma delas, claro que concordei em conhecer, era minha oportunidade, combinamos de nos encontrar daqui a dois dias, agora sim, que começa o meu verdadeiro trabalho.
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No dia do encontro..... Combinamos nos encontrar numa escola, por fora é reformada e toda bonitinha, eu sei qu é uma fachada, Carlo comenta que quer reformar a escola e tem vários planos, queria que eu olhasse e exigia a minha opinião, pediu para eu entrar primeiro no lugar, fiz o que pediu, mas sempre atenta, aqui é um ambiente mofado, sujo, frio, um silêncio forçado, já sei o que me espera aqui dentro, mas ele não sabe o que lhe espera, observei se tinha firmadoras de seguranças, apenas um armário velho embutido na parede, enquanto isso, ele pegou os meus pulsos com força, fingi estar assustada, gritei, deixei ele levar-me, passamos por uma porta que pensei que era um móvel embutido, mas é uma porta falsa, entramos numa sala com alguns homens de terno, um deles era da Máfia russa, (ele está na lista de abusadores, reconheci na hora), mas não era o chefe é só um segurança, dois deles são governadores, e dois eram deputados. Todos olhavam com cobiça e desejo. Nojo. Eles são velhos, barrigudos e feios. Apenas o mais bonitinho era o Carlo.
Um deles diz observando as minhas pernas e subindo o olhar.
Um velho que era governador: — Amarra ela e bate com o chicote nesta b***a até ficar na carne viva. - diz em tom frio e e******o.
Carlo jogou-me no chão, sorrindo enquanto os outros sorriam maliciosos.
O da Máfia russa pegou-me pelo cabelo e arrastou-me, gritei, não doía, porque sabia controlar a dor, mas eles iam sentir muita agonia e dor. Em breve. Fingi um desespero e um choro, iguais atrizes de Hollywood, eu já poderia ganhar o Óscar pela encenação.
Eu queria encenar por mais tempo, mas estou com pressa, não vou perder tempo com esses velhos, ainda mais com o odor de charuto e cigarro barato, um deles cheirava cocaína em cima de uma mesa.
O Homem da Máfia russa pega a minha mão, mas antes que ele veja, tiro uma estrela ninja pequena (Shuriken) e corto os pulsos dele, pego outra e r***o a garganta, quando os velhos percebem, retiro, várias Shuriken e atiro no pescoço de cada um, faço isso o mais rápido, Carlo olha assustado, ele tenta pegar a arma e apanho outra Shuriken e lanço na mão dele e o revólver cai, ele tenta apanhar a arma do chão, sou mais rápida, a Chutei que foi parar longe e peguei uma corda, coloquei no pescoço, tirando o ar dele até desmaiar, o amarrei onde eu seria amarrada, e é com ele que vou tirar todas as informaçãoes, antes que ele acorde, r***o um pedaço da roupa dele e coloco um pouco do sangue do amigo (um dos velhos) e depois enfio na boca de Carlo, enquanto isso caminho para averiguar o local.
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A Falsa escola tem um corredor comprido com várias portas, o cheiro daqui é horrível, decido entrar porta em porta, o primeiro quarto é o pior que vi, tinha corpo de crianças amontoadas como se fossem lixos, sem roupas e com sangue na parte íntimas, muitas meninas estavam de olhos ainda abertos, mas poderia enxergar através dos olhos sem vida, acredito que nunca mais vou tirar essa cena da minha cabeça, pelo que pude ver eram 10 crianças ou mais, tinham mais portas para ver, fui terminar de observar o restante, 3 delas estavam vazias e mais 3 delas tinham mulheres sendo forçada a f********o, porque elas estavam chapadas e amarradas, nem tinha noção do que acontecia, matei os caras no ato e encima delas, cortando a garganta e fiz os mesmo com os outros, um quarto tinham 5 mulheres dormindo no chão, deixei como estava, fiz menos barulho, não sei se mesmo se eu gritasse alguém escutaria, no outro tinha mais uma mulher morta, mas fazia pouco tempo, o corpo ainda estava quente, no último tinha uma mulher amarrada, mas apanhara muito. Ela estava agachada encolhida, sem roupa e tremia muito, estava roxa. Abri a porta com cuidado e aproximei-me, único resquício de pessoa viva que sofria mais (não que as outras não estivessem) a minha intuição diz-me para ajudar. Fui-me a aproximar e ela começou a tremer mais, gritar e chorar, ela diz encolhida sem levantar o rosto.
— Po...po..por fa...fa...vor, para, para..., não me toca. (Chorava, sussurrava, tremia horrores.)
Falei com a minha voz mais calma e tentei aproximar-me com carinho.
SARAH — tudo bem, vou tirar-te deste lugar.
Ela levantou o olhar com esperança e desacreditando o que ouvia, o seu rosto está todo machucado e com olheiras, ela pegou na minha mão e continuo a implorar para tirar ela do ambiente que está, quando constatei nos seus olhos, suplica, e que eu preciso mesmo tirar ela daqui. Ela foi enfiada neste lugar por azar como as outras.
— por, por, fa... v..oo. Imploro (saiu como sussurro e súplica sofrida.)
Tirei as amarras dos pulsos e pés que estavam machucados, peguei o lençol do chão, pedi para ela se cobrir. Ela não tinha força para se levantar e nem conseguia andar direito, a segurei e fui para a sala, no caminho comentei-lhe.
SARAH — olha, entenda-me o que farei aqui é preciso, contudo não quero que não diga a ninguém, do que vou fazer -Ela ficou com medo no começo, mas depois vi a aliviar um pouco- Concordou com a cabeça.
Coloquei a moça numa cadeira e fui averiguar se tinha filmadoras na sala ou escutas. Porque nos quartos olhei e vi que não tinha.
Voltei para a sala e tirei o pano cheio de sangue da boca de Carlo o mesmo já estava acordado e a moça o olhava com raiva, medo e nojo.
SARAH — Quantos ambientes iguais a este tem? -Pergunto e fico na frente dele, o mesmo gargalhava, mas calma querido ainda vou tirar todos esses dentes.penso comigo.
CARLO — v***a, vou matar você. - cospe essas palavras com raiva.
SARAH — a é? Como? Diga-me. - Cruzo os braços.
CARLO — vou-lhe pegar e estuprar até morrer. Sua p**a de esquina.
Reviro o meu olho e sorrio um pouco.
SARAH — ok, tentador..., mas quero saber quantos pontos iguais a este tem. ?
CARLO — nunca direi nada a você, p**a.
SARAH — estou com pressa e estou a ser legal.
Ele apenas sorriu.
SARAH — ok, então vou torturá-lo!
CARLO — você? É só uma mulher, só serve para fuder e mais nada.
SARAH — sim, (sorrio diabolicamente) vou "fuder" você de tanta dor, primeiro, arrancar todos os seus dentes, arrancarei unha por unha, não satisfeita, cortarei os seus m*****s, depois picotar você, passarei álcool em todos os machucados, depois, cortar o seu p*u e enfiar na sua boca, depois furarei os seus olhos.......
Vejo pânico e ele começa a se chacoalhar na corda.
CARLO — vadiiiiaaa, nem se atreva a tocar em mim. Não sabe com quem se meteu.
SARAH — mas a "mulher" aqui, só quer "fuder" você. (digo com ironia). Estou a falar com um homem morto.
Comecei a tortura, nem durou 10min, ele não aguentou arrancar 3 dentes, foi fácil demais, e entregou-me um monte de gente e os outros pontos.
O Matei, cortando a garganta e finquei no seu coração uma faca com uma cruz completei com uma rosa-vermelha, limpei os meus vestígios, liguei com um celular pré-pago para a polícia e depois para o jornal de fofoca local. Limpei todas as digitais em tudo que relei. Apesar de estar de luva, na verdade, as vezes tenho mania de limpeza.
Sai de lá sem ninguém perceber, tirei a moça de lá comigo. Levei ela ao hospital mais próximo, pedi para ela não contar para ninguém o que fiz, disse que é para inventar uma história, e ela disse que falaria "que acordou e estava desamarrada e as portas abertas, e aproveito a oportunidade e fugiu logo pegou uma carona e a pessoa deixo-me no hospital"
Vou confirmar essa história, que a encontrei e dei-lhe a carona e responsabilizei-me por ela. Fiquei no hospital até ela ser atendida e agora espero o médico informa-me como é o estado dela.
Fiquei a esperar... e esperando… esperando, não aguento mais esperar.
ENFERMEIRA —Moça. - até quem fim noticia.
SARAH — sim, me chame de Sarah. Por favor.- digo
ENFERMEIRA — o médico pediu para você entrar no escritório, que ele precisa conversa com você pessoalmente, Sarah.
SARAH — Obrigada.
ENFERMEIRA — de nada querida.
Percebo a cara de triste dela. Será que é algo grave? Sigo ao corredor conforme ela me disse para ir, fico de frente para a porta branca, escrito Dr.Giuseppe e bato, espero segundos e ele pede para entrar.
DR — Entre.
SARAH — Olá, Dr. Giuseppe, o meu nome é Sarah. - me aproximo dele e cumprimenta-me dando a mão e faz o gesto para me sentar na cadeira a frente.
DR — Olá! Sarah, foi você que trouxe a moça, toda machucada?
SARAH — sim!
DR. — Como aconteceu? - esta curioso
SARAH - encontrei ela pedindo carona, desesperada, enrolada no lençol. Observei o estado dela e decidi ajudar. Como ela está? - sou o mais breve possível sem colocar muita história.
DR — Fez muito bem, ela está muito machucada, anêmica, vai precisar de cuidados, e ficará em observação
SARAH — faço questão de ajudar. No que for preciso.
DR. — ela vai precisar mesmo de alguém. Não sei se ela tem família ou algum conhecido por aqui, ou se ela é daqui.
SARAH — posso tentar conversar com ela.- ele concorda.
DR — Ela ficara em observação pelo menos uma semana, no mínimo, ela tem muito machucados e uma costela quebrada. Precisa se recuperar bem.
SARAH — AI deus, e ela? Humm. Sofreu algum abuso s****l?
DR — Não. - respiro aliviada.
SARAH — Será que posso ver ela?
DR — Ela está a dormir, tive que sedar, estava agitada de mais.
SARAH — ok, mas será que posso deixar algo para ela. No quarto?
DR — Claro que pode. Acredito que ela vai precisar.
Agradeci-lhe pelos cuidados, vou deixar pago o hospital para a semana que ela ficar e o que mais precisar pago depois, e se precisar de mais alguma coisa, para me ligar, deixei o meu telefone, informei que vou comprar algo para ela e voltava para deixar tudo e que amanhã voltaria para vê-la
Fui ao Shopping, comprei peças intimas, algumas roupas, tênis, produtos íntimos, higiene e de beleza, passo e compro um lanche, porque ninguém merece comida de hospital, peguei duas mochilas para ela e uma necessaire e já deixei tudo separador organizado.
Deixei um bilhete com bombons, bexigas, e as mochilas e a necessaire, avisei do lanche e que voltaria.
Volto para casa, tomo aquele banho na banheira até os meus dedos enrugarem, escuto o meu celular tocando. Coloco o fone de ouvido e atendo sem ver quem é.
SARAH— Oláaa.?
MATT — Piruá, se arruma que vamos beber e catar vários homiiii.- bufo
SARAH — aaah não, estou tão cansada. - m*l ele sabe o que fiz.
MATT — nada disso v***a. Tenho entradas Vip. VIP. - como resistir á um amigo como ele?
SARAH — não, não me torture. - porque mesmo fui atender o telefone?
MATT — (bufa) vou-lhe mandar o endereço por msg e espero-te lá.
SARAH — Matt tenho que acorda cedo para buscar a minha irmã.
MATT — que otiiimo. - grita de felicidade — agora mesmo que vamos sair e comemorar. Bjos Pirua.
Desligou na minha cara sem hipótese de resposta e enquanto isso eu me afundo na banheira.