2017
Deixo o helicóptero no aeroporto e saio de lá com as minhas malas, aluguei um carro grande, Chevrolet Silverado, da or vermelho vinho metalizado, (estou apaixonada por essa camionete) não tive tempo de comprar um automóvel ainda. No entanto, farei isso em breve.
O porquê de o carro ser grande? Bom, se eu precisar de algo grande para levar quando fizer as minhas compras, pronto, é só colocar tudo na camionete (aliás, na traseira). Simples Assim.
Entro no carro, programo o GPS e vou em direção a minha nova casa.
Sabe aquele frio na barriga, ansiedade, adrenalina, formigante pelo corpo, eu nem sei como consigo sentir tudo isso em simultâneo, é uma emoção. Estou tão ansiosa por esse momento.
Após 2h andando em direção a cidade, chego num vilarejo, mas aqui só tem mansão, eu por mim, ia para qualquer lugar, e, mais simples, mas meu Mentor aconselhou vir para cá, porque sou descendente de italianos, apesar de nunca ter conhecidos os meus pais, nunca soube deles, e muito menos meu Mentor (é o que ele diz, mas sei que deve saber de algo) eu era tão pequena, não tenho lembranças daquela época, é como se fosse tirado aquela memória de mim.
Melissa tinha apenas de um para dois anos e eu de três para quatro anos, a única coisa que me lembro, é de uma mulher Ruiva, entrando no quarto onde ficava a minha irmã dormindo no berço e eu na cama ao lado, quando ela pegou Mel no colo e veio no lugar em que estava deitada e puxou-me com força, colocando algo no meu nariz... Depois disso, lembro de estar num templo com um monte de gente careca e de vestido preto e alguns vermelhos. (Sei, era apenas uma criança). Foi aí que conheci o meu mentor, na época ele tinha os seus 40 anos, cuidou de mim e da minha irmã, poxa, de três para quatro anos, não tem como me lembrar mesmo, e eu não sei porque apenas me lembro dessa cena. O Mentor diz ser por eu ter-me assustado e ser algo que foi dramático. Diante disto, é minha única lembrança.
Foi difícil, tudo era novo, nesta época eles ainda não me inicializaram, foi depois de um ano só, após uns 2 ou 3 anos começou com a minha irmã.
Neste "mosteiro" aprendemos de tudo, tem colégios com matérias normais (matemática, física, química, história, geografia, etc) escolas de idiomas (estudamos o máximo que podíamos, minha irmã e eu falamos 10 línguas diferentes), desenvolvemos tecnologia, ciência, física e química quântica avançada, energias, religião, ser ‘hackers, invadir e construir sistemas, inventar tecnologias. Desenvolvemos todas as lutas possíveis, principalmente defesa pessoal, sair de amarras, todos os tipos, e, aparecer e desaparecer dos lugares sem sermos notadas, matar, torturar, agressão física e psicológica, evoluímos em ética, danças, sensualizar, disciplina, manusear armas, facas, espadas, cuidar dos nossos, fazer as coisas com união, sem egoísmo, e que o amor é a fraqueza e a força, só depende de você usar como lhe favorecer melhor ou saber manejar... Ufa, pensei rápido de mais.
Faço parte da Liga de Assassino Rosa Cruz, mas fiquem tranquilos, não matamos por esporte, exterminamos apenas pessoas más, ex: que sequestram inocentes, que matam por esporte, abusam de crianças, estupram, mas, antes de tudo isso, investigamos por completo, até se for possível o 'DNA', não podemos deixar passar nada. Mas nós somos livres para escolher o nosso destino e as nossas vontades.
O nosso mentor ensinou que precisamos sentir tudo, tristeza, alegria, raiva, amor, e ainda mais a disfarçá-los, não mostrar fraqueza, só se quisermos, e descobrir as fraquezas dos outros para usar como estratégia.
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Aqui no vilarejo tudo é lindo, romântico, as pessoas da rua olham-me desconfiadas, que estranho. Tenho cara de amorzinho, para eles me olharem assim. As casas ficam em montanhas, ouvi dizer que aqui perto tem uma praia, lagoas, cavernas. É O Mentor escolheu um belíssimo lugar, estou em Sorrento é uma comuna italiana da região da Campania, província de Nápoles.
Entro numa rodovia com algumas curvas, andei uns 2 ou 3 quilómetros, até chegar numa estrada reta, ando mais 2KM e viro para uma linda entrada e com um belo e grande portão de arabescos em branco, tem uma guarita e um homem me aguardando, é um senhor e deve ter os seus 60 anos. (Ok, eu já sei quem é, mas preciso fingir que não conheço nada da vida dele por completo)
Estaciono na frente e desço do carro indo até o Senhor e ele vem até mim.
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ANTONIO: —Ciao, signorina, mi chiamo Antônio. Tu e Sarah?
(Olá! Senhorita, chamo-me Antônio.)
SARAH— Ciao, signor Antônio, sì, io sono!
(Olá! Senhor Antônio, sim, sou eu!)
ANTONIO:—parli inglese?
(O senhor fala inglês?)
SARAH – Sim.
ANTONIO — Senhorita, sou o caseiro desta Residência já faz anos, (cumprimente-me com a mão) —irei apresentar a nova moradia a você e os seus empregados, são poucos, mas se precisar de mais, avise-me.
SARAH — OK. Como faço para abrir o portão? E a chaves da minha casa? (Falo sem jeito) ele tira do bolso da calças um molho de chaves e entrega-me.
ANTONIO — esse controle é do seu portão e essa é a chave da sua casa. Senhorita tem mais alguma dúvida?
SARAH — ainda não senhor Antônio, muito obrigada. (Sorrio para ele)
SR. Antônio tem cabelos grisalhos, alhos azuis intensos, magro e alto, mas com uma pele um pouco sofrida, no entanto, não está nada m*l. Sei que ele é casado e tem alguns filhos, pelas fotos que eu observei a mulher dele é muito bonita, apesar dos seus 58 anos. Farei de tudo para não dar muito trabalho a eles. Sinto que vou-me dar muito bem com esses dois. Esse foi um dos muitos motivos que gostei dessa casa. Bom, na verdade, O Mentor apenas me deu um arquivo com algumas casas e quem trabalhava aqui, de todas que estava no relatório, essa casa e os empregados são o que mais me agradaram.
ANTÔNIO — vamos conhecer a sua casa? (Fala alegre)
SARAH — Vamos! (Sorrio de novo, mais alegre)
O portão foi aberto pelo Sr. Antônio, entramos, passando pelo mesmo, vejo que ele está a pé, peço que ele entre no carro para ir comigo. Ele não quis, mas pedi de novo e pela terceira vez, deu certo!
Logo que passamos pelo portão a várias árvores em volta, uns 200MT a frente tinha um lindo jardim e em volta da casa era cheia de árvores e frutíferas e a residência é enorme, toda branquinha, com uma linda piscina. (Mais outro motivo que eu a escolhi) ela é perfeita.
Antônio Apresentou-me a Maria, sua esposa, só confirmando que ela é linda e um doce de mulher, ficou super-animada por conhecer-me, eles contaram-me que tem dois filhos e uma filha, os meninos são chefes de segurança e reside aqui perto. A Filha é Modelo, mora em NY.
ANTONIO — Senhorita, a minha esposa quer saber o que ela pode fazer para o Jantar?
SARAH — Não precisa de nada, obrigada, pretendo dar uma volta hoje.
ANTÔNIO — tudo bem Senhorita.
SARAH — por favor, me chame de Sarah.
ANTONIO — Tudo bem Senho... Sarah.
SARAH — ah! O senhor poderia informar-me, se essa casa tem filmadoras de segurança e essas coisas.
ANTÔNIO — sim Sarah, o meu filho mesmo que fez tudo.
SARAH — Ok, depois vou precisar conversar com ele para me explicar como funciona.
ANTÔNIO — posso ligar para ele já.
SARAH — não, não, não precisa, deixa eu conhecer tudo aqui primeiro. Depois vemos isso. Pode descansar Antônio. Se precisar te chamo. Obrigada, (Meu deus nem quero resolver isso agora e, nem dar trabalho a eles)
ANTÔNIO — primeiro vou ajudar-lhe a tirar as coisas do carro. (Antes que ele vire, interrompo)
SARAH — não Sr., obrigada, eu mesmo faço isso.
ANTÔNIO — Mas Sra....
Coloco a mão na frente dizendo não. Cortando o que ele ia dizer.
SARAH — Está tudo bem (coloco a mão no ombro dele), obrigada mesmo.
Ele concorda com a cabeça, mas não feliz, porque ele quer apenas fazer o trabalho dele. Em seguida aparece a Maria com uma bandeja com um prato com lanche e um copo de suco, me deu uma fome de verdade. Nhaminhami.
MARIA — Belíssima Sarah, fiz um lanche para você, deve estar varada de fome.
Sorrio, por que estou mesma varada de fome, e agradecida pelo carinho dela.
SARAH — Obrigada, vou mesmo comer, porque estou varada de fome.
Vejo que ela fica superfeliz e o S.r. Antônio também.
Logo em seguida eles saíram, eu sentei-me no sofá e espreguicei-me e fui lanchar e tomar o suco que é de laranja, estava tão delicioso, quando termino a minha refeição, fico a pensar, o que vou fazer a partir de hoje? Tirando meus compromissos da rosa-cruz.
Preciso me achar. A partir de agora começa uma nova vida. Claro, não tirando a velha, mas com novas oportunidades.
Começo uma listagem do que preciso fazer.
✔ Comprar um carro blindado e versátil.
✔ Procurar emprego, não é porque temos dinheiros que significa que não vou trabalhar.
✔ Comprar uma TV (apesar de ser tudo moveis novos, não tem TV na casa)
✔ Checar o que mais precisa comprar na casa. E fazer outro check list.
✔ Ir atrás do serviço que preciso fazer na rosa cruz.
✔ Jantar
Pronto, tudo listado, aproveito que aqui são 13h da tarde, vou fazer tudo o que preciso.
Primeiro tomo um banho rápido, coloco um vestido curto de alcinhas, um tênis branco que combine e uma bolsa com cartão, dinheiro e documento, prendo o meu cabelo estilo bagunçado, vou à cozinha e vejo o que precisa comprar, faço uma lista de higiene e de limpeza, pego o meu celular e faço uma busca de onde tem um shopping aqui perto e um mercado. Se eu não achar, procuro o Sr. Antônio. No caminho procuro algo para comprar para comer (pode ser algo pronto). A minha irmã e eu amamos cozinhar, temos uma tradição, que nós, duas inventamos deis de que aprendemos a fazer bons pratos, toda quinta-feira no jantar e todo domingo (almoço ou janta), fazemos alguma massa com muito molho, precisa começar do zero, não toleramos comprado pronto. Vou sentir falta de fazer com ela. (Fico triste por algumas estantes, mas logo tiro isso da cabeça)
Entro no carro e coloco tudo no GPS, primeiro mercado. (Ainda bem que encontrei, parece que tem tudo aqui perto)
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De longe avisto o supermercado, estaciono no amplo estacionamento. Saio do carro e fico de frente, pego o carrinho grande e entro.
SARAH — a nossa que mercado enorme, se não estivesse escrito "mercado" pensaria ser o shopping. (Falo para mim mesma)
Respiro fundo e pego a minha lista, (3 folhas de caderno) ando de corredor por corredor, coloco tudo que precisa, deu o carrinho todo, logo a frente, vejo uma farmácia, faço um 'kit' de primeiros socorros e os itens mais básicos (dores de cabeça, gripe, dor muscular (etc)...) e ao lado da farmácia vejo produtos de beleza e higiene feminina, reconheço essas marcas, são boas, aliás, são 'top', coloco as peças de maquiagem básicas (base, corretivo, pó, blush, iluminador, contorno, batom, gloss, rímel, etc.) é sei, era para ser só o básico, de higiene compro muitas coisas, até absorvente, de vários tipos, tenho um chip que contem hormônio, então, não engravido, não tenho cólica e menstruo regularmente, a minha irmã também é a mesma coisa.
Passo na mulher do caixa que me olha torto com a enorme compra que fiz, mas não ligo, ela é paga para fazer o serviço dela. Pago e saio com dois carrinhos, o empacotador ajuda-me a levar o carrinho e a colocar as compras no carro.
Faço a mesma coisa de antes, coloco a rota no GPS e vou ao shopping mais próximo, aliás, o único aqui. Já são 17h, e o Shopping, fecha a meia-noite, então, dá tempo de fazer muita coisa. Sigo a rota.
Chego em frente ao "shopping", estaciono bem perto da entrada, e entro.
SARAH — p**a merda. (Pensa num shopping muito lindo, deve ser tudo muito caro)
Fico deslumbrada com tudo, é grande, iluminado, bem decorado, pé direito alto.
Vou primeiro buscar o que preciso, TV, eletrodomésticos, (os mais pesados e já encaminho ao carro) toalhas novas, cortinas, tapete e também volto para o automóvel e coloco tudo (se não fica pesado para ficar andando no shopping todo) volto para dentro para ver alguns sapatos, roupas, esmaltes, perfumes, etc.... faço de novo a rota de deixar tudo no veículo, estou com muitas sacolas. A última volta, aproveito e compro lanche e comida, levo tudo embora. Quando vejo a hora, são 23:49h. Poxa! Estou exausta, muito cansada e com o pé doendo, ainda bem que usei um confortável, não observo a hora de tirar a roupa, o sapato, tomar um banho, colocar um traje de dormi bem agradável e depois comer.
Entro no carro, respiro fundo, e saio do estacionamento e vou pegar a estrada para casa. Passando as curvas visto um carro no retrovisor, beeeeem de longe, estou na estrada onde é só reto, olho para a rodovia na minha frente desejando chegar logo, volto a olhar novamente no retrovisor, o carro que vi lá longe já está na minha cola, ela dá sinal com o farol para eu andar mais rápido.
Qual o problema desse(a) i****a, olho no vidro do carro dele e vejo uma mão forte, mas não consigo observar o rosto e nem o corpo, só a mão que está no volante, e sei ser de um homem. Ele continua a dar sinal de luz, porque ele simplesmente não ultrapassa, já que a faixa permite. Ele deu mais dois sinais de luz e deixa a Luz alta. Ah! mas que filha da p**a.
SARAH — ok cara. Vai ser do meu jeito. (dou um sorriso de lado)
Acelero de tudo, ele vem logo acelerando atrás junto comigo, acelero mais ficando um pouco distante, olho e a distância é segura. Diminuo a velocidade abruptamente, ele freia e buzina, abro um pouco o vidro e coloco a minha mão para fora e mostro o dedo do meio.
Ele acelera e vejo que o carro dele é um Lamborghini Veneno, carro maravilhoso, até quero andar em um desse.
Que o****o, está a achar o quê? Passou do meu lado e abriu o vidro e fechei o meu, (ainda bem que é preto os vidros, ninguém me enxerga aqui) nem olhei para o lado, só de raiva, o ignorei, diminui a velocidade e deixei ele ir, vi que ele fechou o vidro e acelerou mais ainda. Que pena foi embora! (sentiu a ironia?)
SARAH — i****a. Já foi tarde.
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Chego em casa, até quem fim, um certo alivio por chegar, saio do carro, e fico a olhar, por onde começo a tirar as coisas, fico a pensar quando escuto alguém falar.
— Precisa de ajuda?
SARAH — Oi? (Estou perdida mesmo)
— Ooooiii, sou o Lucas.
Ele é alto, loiro, olhos castanhos, tem os seus músculos aparentes, mas nada tão enorme, mas é muito bonito. Está a vestir uma calça jeans escura e regata branca. lembro-me dele vi ele nos arquivos, ele é o jardineiro.
SARAH— Oi Lucas, Sou a Saar... (ele interrompe-me e já conclui, bem atrevidinho)
LUCAS— você é a Sarah, minha patroa.
SARAH— hum, o que você faz aqui? (Sim, eu sei o que ele faz, mas quero saber a essas horas)
LUCAS— eu sou o jardineiro, eu não estava aqui hoje à tarde quando a Senhorita chegou, tive que resolver alguns problemas e cheguei agora. Precisa de ajuda?
SARAH — preciso sim. Obrigada. (Ele explicou-se bem, mas explicou-se demais, mas deixo isso para lá.) Que gentil da sua parte.
LUCAS— estou aqui para isso. Fazer suas vontades. (Não teve malicia, eu juro)
Pegamos tudo de dentro do carro, pedi para ele colocar as sacolas de compras do mercado na cozinha, as de compras do shopping de roupas que são outras sacolas e é fácil de identificar foi coloca no meu quarto, e da TV e eletrodomésticos pedi para colocar na sala e as outras que sobraram também.
LUCAS— você precisa de ajuda para desempacotar e guardar tudo?
SARAH — não, obrigada Lucas, preciso fazer sozinha, aliás, eu quero fazer sozinha. Não me leve a m*l.
LUCAS— tudo bem. Sem problemas.
Ele sorri, que lindo esse sorriso, ele ficou um pouco sem graça mas disfarçou bem.
SARAH — você comeu alguma coisa? Quer que eu faça algo. ?
LUCAS— não, não é certo, obrigado, qualquer coisa me chama, eu moro uma das casas lá do fundo.
Ficou um pouco vermelho, colocou a mão no bolso, ficou tão fofo.
SARAH — Obrigada.
LUCAS— de nada, vou indo, tchau. (Saiu às pressas)
Quando ele se vai, vou arrumar tudo, e pesquisar sobre os meus empregados, e pesquisar os serviços que tenho que fazer. Bom, talvez, seja muita coisa para hoje.
Primeiro vou arrumar as coisas da cozinha, estalar a TV, tomar banho e comer. São 2h30 da manhã. Estou sem sono. Vou aproveitar e averiguar algumas coisas sobre a Rosa Cruz, sobre o trabalho que tenho que fazer. Vou contar o que sei.
Onde vou morar é uma cidade grande, bem grande mesmo, uma das principais, e nos arquivos que foi-me enviado, um dos arquivos, informa-me que existe um grupo de homens e de alto escalão que se dizem bom para a sociedade, mas só fingem, eles sequestram mulheres, crianças, estrangeiros para trabalho escravo, eles abusam, fazem leilão, prostituição, estupro e sei lá mais o que, os outros arquivos informam-me que existe uma família muito, mas muito bilionária (ou até mais), como se fosse, aliás, é dono da cidade (observe o sobrenome com o nome da cidade, bem-parecido não) e são donos de empresas, casas, edifícios, e sei lá o que mais. A Família Sorrentino Montanari os Cosa Nostra, sim eles são A Máfia. Certeza que eles devem estar envolvidos com esse esquema, tudo que a de ilegal eles estão envolvidos e poxa é a cidade ou pais dele, nada deve passar desapercebido sem a permissão deles, mas com calma vou mascarar tudo isso.
Preciso entrar neste mundo da moda, é um meio fácil de conhecer pessoas importantes, e vê cada intenção. Se a minha irmã tivesse aqui seria tão mais fácil, ela é fascinada por tudo, ela fez até alguns modelitos novos, fez projetos de desenhos (croquis) enviou-me uma pasta cheia delas, (no mosteiro a minha irmã sempre quis seguir esse mundo da moda, tanto que, O Mentor pediu para um pedagogo, que desse (aulas) a ela, enfim já fez uma faculdade, e fui para o mesmo caminho, nunca pensei que iria gostar tanto, mas mesmo assim fiz gerenciamento, gosto mesmo é de comandar e dar ordens, depois daí já fizemos tantas coisas), mas enfim, esses desenhos são a porta de entrada para esse mundo.
Que tal abrir um atelier ou se fala butique? Sei lá, não importa, vai ser como eu quiser.
Agora seja o que Deus quiser.