CAPÍTULO DOZE Em pé, no topo de uma colina com vista para Cumorla, a capital da Haylon, uma ilha remota no Mar Mazeronian, o coração do comandante Akila elevou-se com alegria ao observar a estátua do Rei Claudius a ruir. Ele inalou o ar e a doce sensação de justiça encheu-o, enquanto o fumo do castelo do rei se elevava no céu azul acima da cidade. Justiça, pensou Akila. A justiça estava finalmente a ser servida hoje. Todos os últimos parentes reais do rei tinham sido trancados dentro daquela abominável estrutura de sete pináculos, que agora tinha sido incendiada. O vento empurrava a sua armadura enquanto ele contemplava os milhares de homens na encosta, com as suas bandeiras vermelhas batendo pela causa da revolução. Antes do crepúsculo, ele iria levá-los para uma batalha que os liberta

