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1739 Palavras

• Eric • Abri os olhos e me espreguicei na cama, sentindo minhas costas se aliviarem. Por mais que a cama de Maria seja um pouquinho mais larga que a cama de solteiro normal, eu fiquei restrito a um espaço, enquanto Maria passou a noite toda em cima de mim. Amei sentir a pele dela na minha, mas o que me fez acordar foi a ausência da quentura dela. Encarei o quarto iluminado pelos raios solares e bufei ao notar que estou sozinho. Me sentei na cama e, na mesinha de cabeceira, com um abajur de sol, vi um bilhete. “O dia aqui começa cedo, meu amor Te espero lá fora Pode começar indo pro refeitório Sol” Uma noite aqui e ela já voltou a atender pelo nome de sol. Respiro fundo e me levanto, vendo uma muda de roupas em cima de uma cadeira. É uma calça marrom, uma blusa laranja e uma blusa

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