E R I C Vou caminhando pelo corredor m*l iluminado e então eu chego numa enorme sala com fitas amarelas de interdição. Há uma parede de vidro enorme que me mostra a pouca luz dos postes do lado de fora daquele complexo. Dentro da sala, vejo cadeiras quebradas e algumas jogadas por cima de outras. Volto pelo caminho que fiz e, devagar, recolho os dois travesseiros da cama destinada a mim e o coberto grosso com o lençol fino. É estranho não ter roupas de cama nas cores da minha facção, mas nos últimos dias nem roupas de cama eu tenho tido. Quando estou de volta ao salão da parede de vidro, arrebento a parte inferior das fitas amarelas e passo abaixado por ali, vendo a placa onde diz SALÃO DE EMBARQUE. Franzo o cenho. Nada aqui parece fazer sentido para mim. No canto da sala, próximo a p

