THOMAS Passei pela recepção e não foi difícil obter a chave do quarto de Cecília. O dono do hotel me conhecia, assim como a maioria dos donos de hotéis de luxo e boates. Ele estava liberando a minha entrada. Eu tinha dado duas opções e o pobre homem era esperto para escolher a que não envolvia uma bala em seu peito. Entrei no quarto e me deparei com minha Cecília deitada no emaranhado de cobertores brancos. A visão de um anjo. Me sentei na beira da cama e afastei o cabelo que cobria seu rosto. Ela estava um pouco trêmula, arrepiada. Deveria estar com frio e me culpo por ter concordado com essa m***a de ideia que ela teve de vir para essa d***a de hotel. Era pra ela está na minha casa, sob meus cuidados. Fechei a grande porta de vidro, estava começando a chover forte e o vento corria

