Capítulo 18: Guerreiro

2626 Palavras

Isla St. George Paraíso Após minha pergunta, um silêncio tenebroso pairou entre nós quatro. Em nenhum momento eu tirei os olhos de cima dele, como se tentasse lê-lo, descobrir seus segredos e, principalmente, sua identidade. Em contrapartida, ele também não tirava os olhos de nós. Desconfiado, ele deu um passo para trás, e indicou com uma das mãos para que entrássemos. A casa era grande, apesar do aspecto de interior e moveis antigos. A casa não tinha piso, o chão era liso, mas de cimento e pintado de um vinho escuro. A porta por onde entramos dava direto na sala, que era ampla e com um conjunto de sofás estranhos; a estrutura dele parecia ser feita de bambu e as almofadas eram floridas, apesar de confortáveis. – Bem – o homem disse, levantando-se – vou fazer um café para nós, antes de

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