Isla St. George Paraíso Após minha pergunta, um silêncio tenebroso pairou entre nós quatro. Em nenhum momento eu tirei os olhos de cima dele, como se tentasse lê-lo, descobrir seus segredos e, principalmente, sua identidade. Em contrapartida, ele também não tirava os olhos de nós. Desconfiado, ele deu um passo para trás, e indicou com uma das mãos para que entrássemos. A casa era grande, apesar do aspecto de interior e moveis antigos. A casa não tinha piso, o chão era liso, mas de cimento e pintado de um vinho escuro. A porta por onde entramos dava direto na sala, que era ampla e com um conjunto de sofás estranhos; a estrutura dele parecia ser feita de bambu e as almofadas eram floridas, apesar de confortáveis. – Bem – o homem disse, levantando-se – vou fazer um café para nós, antes de

