Episódio 02

2741 Palavras
AURORA NARRANDO Faz poucos dias que eu terminei os meus estudos do ensino médio, sou igual aquelas nerds que fica no seu lugar, tira nota máxima e corre atrás dos objetivos, fui o orgulho do meu pai e dos meus avós, principalmente do meu tio, ele sempre manda as coisas que preciso, ele sempre se faz presente por ligações mas já faz 2 anos que não o vejo, a última vez que eu o vi foi na minha festa de 15 anos. Ele veio e foi o meu par, como posso dizer ele foi o meu príncipe. E tudo isso só reforçou ainda mais o amor que eu sinto por ele, eu não o vejo como uma sobrinha ver o tio, eu o vejo como um homem a algum tempo, eu descobrir que o amava quando eu tinha 13 anos de idade, foi o dia em que ele foi embora para a Bélgica, lembro como se fosse hoje, aquilo partiu meu coração, eu achei que era apenas uma saudade de uma sobrinha para um tio, até ter um sonho estranho, onde eu estava um pouco mais velha e o beijava, e aquilo me fez repensar tudo. Eu nunca cheguei a gostar de algum garotinho na escola, eu não sei o que acontecia comigo, eu nunca molhei a calcinha por nenhum. Mas no último dia antes do meu tio ir diretamente para a Bélgica e passar 2 anos sem eu o ver, eu sentir uma sensação estranha, como um formigamento e aquilo encharcou a minha calcinha. Agora isso aconteceu por causa do maldito sonho, e fiquei imaginando se isso era apenas uma atração, até eu começar a pesquisar mais a fundo sobre o que me ocorreu e eu descobrir que o motivo de ter ficado encharcada foi porque eu tive desejos pelo meu tio e isso me causou excitação. •FLASHBACK ON• Lorenzo: Oh minha moranguinho, eu estou indo, mas eu volto tá bom? - fala me dando um beijo na testa. Aurora: Tio fica aqui por favor. - digo com os olhos cheios de lágrimas. Lorenzo: Eu preciso ir minha moranguinho, assim que der eu volto, prometo te ligar todos os dias. - diz e sinto as lágrimas molharem meu rosto. Aurora: Promete? - falo e ele me envolve me envolve em seus braços, por eu ser baixinha ele me levanta nos braços e me aperta firme contra seu peito. Lorenzo: Prometo, antes mesmo de você acabar seus estudos eu estarei de volta. - diz e beija meus cabelos. Aurora: Mas você vai demorar isso tudo tio? - pergunto chorando. Lorenzo: Não chora minha moranguinho, eu vou fazer tudo que tiver para fazer e volto tá bom? - diz e me coloca no chão. Aurora: Tudo bem tio, eu te aguardo. - digo enxugando minhas lágrimas. •FLASHBACK OFF• E assim ele se foi e só voltou dois anos depois para meu aniversário, e não voltou mais, eu fiquei sabendo que ele arrumou uma esposa, e eu particularmente não gosto dela, eu não queria que ele olhasse para ela com desejo de ter-lá e sim ele olhasse pra mim, e me visse como uma mulher. Um dia eu sei que quando ele voltar eu farei o possível para conquistar ele, eu farei tudo que tiver a meu alcance para que eu seja feliz a seu lado, porque eu não quero ter que ver ele com ninguém. Sou tirada dos meus pensamentos quando meu pai chama minha atenção. Pai: Filha? - me chama. Aurora: Oi pai, o que houve? - pergunto. Pai: Estou te chamando tem um tempo já, onde estava com a cabeça? - diz me olhando atentamente. Aurora: Eu estava pensando, em algumas coisas, além disso acho que vou na praça de piquenique, desenhar um pouco, talvez minha cabeça mude a direção. - digo pensativa. Pai: Tudo bem filha, não vou perguntar o que estava pensando, mas tenho que te comunicar algo. - diz calmo. Aurora: Pode falar pai. - falo, mas minha curiosidade está muito maior do eu possa imaginar. Pai: Então meu amor, eu sei que sempre fomos bem ligados, mas gostaria de te falar que eu recebi uma proposta para trabalhar 2 anos no Brasil, e quero que você vá comigo. - diz me olhando. Aurora: Pai sei que não sou maior de idade, mas eu não quero ir, eu prefiro ficar aqui, e cuidar de tudo aqui, eu amo essa cidade e não quero sair dela. - digo seria. Pai: Mas meu amor, você não pode ficar sozinha, você é menor. - diz preocupado. Aurora: Eu prometo que manterei contato todo dia, mas eu não vou pai, eu não quero ir. - digo cruzando os braços. Pai: Tudo bem meu amor, vou ver como farei, não quer ir ficar com seus avós em NY não? - pergunta. Aurora: Pai eu não quero sair de Seattle, eu quero ficar aqui, e não vou embora para lugar nenhum. - digo olhando seria para ele. Pai: Tá filha, vamos dar um jeito. - diz e suspira. Saiu de perto dele e subo para meu quarto, assim que entro, pego minha mochila com meu caderno de desenho e saiu do meu quarto, desço as escadas e vou diretamente para a porta da frente, abro ela e saiu, caminho até o portão abro e saiu, fecho e vou caminhando pelas calçadas, até chegar na praça de piquenique, caminho até uma árvore e me sento embaixo dela. Avisto uma criança e sua mãe brincando como se nada fosse mais importante que aquele momento, começo a desenhar, pegando todos os melhores ângulo, fico tão concentrada desenhando que nem noto que tem alguém ao meu lado, quando olho vejo que é o Miguel. Aurora: Que susto você me deu. - digo olhando em sua direção. Miguel: Não se assusta não Aurora, eu apenas estava admirando a sua obra de arte. - diz enquanto me olha com aqueles olhos brilhantes. Aurora: Tudo bem, só me assustei porque estava concentrada demais. - digo e volto a finalizar o desenho, quando acabo de desenhar, o Miguel ele coloca a mão dele sobre meu rosto e o leva de encontro com o seu, quando percebo o que ele tá fazendo me afasto dele. - O que você pensa que está fazendo? - digo me levantando. Miguel: Me desculpa Aurora, eu não sei o que deu em mim. - fala aparentemente envergonhado. Aurora: Olha me desculpa, mas eu sempre te disse que não sinto o mesmo que você ente por mim. Eu só vejo você como amigo. - digo seria e vou saindo dali. Miguel: Eu sei, mas o que eu sinto é maior que eu poxa. - diz enquanto caminho. Aurora: Vou para casa, depois a gente conversa. - digo caminhando para casa, logo ele vai para a dele é apenas fico chateada pelo fato dele saber que eu não sinto nada por ele, e ele não entende, eu não gosto de ser pressionada. E o pior de tudo é que ele fica criando expectativa, em algo que sabemos que não vai acontecer, mas era para acontecer, porque eu tenho que ter alguém, e não ficar me guardando por alguém que nunca vai me ver com outros olhos. Quando cheguei em casa estava chateada e fui direto para meu quarto, quando entrei nele, fui ao banheiro, tomei um banho e vestir um baby-doll minúsculo eme joguei na cama, acabei dormindo, estava chateada e irritada com tanta coisa, que me sentia frustrada. Me acordei no dia seguinte já passava da uma da tarde, me levantei e fui para o banheiro, tomei um banho bem gostoso e relaxado, na minha banheira. Quando acabei sair da mesma e peguei um roupão, fui direto para o closet, peguei uma saia branca cintura alta meia coxa, e um cropped de botão, de manga longa na cor lilás com alguns detalhe em verde claro, peguei uma calcinha e voltei para meu quarto, fui até a penteadeira e coloquei minha roupa em cima da cadeira. Peguei a calcinha e a vestir, ela era banca rendada e minúscula transparente. Peguei meu creme com cheirinho de morango, e passei por todo o meu corpo, depois vestir minha roupa, olhei pelo espelho da penteadeira e vi o quanto estava linda, deixei meus cabelos soltos, coloquei um par de brinco, peguei meu salto bico fino e coloquei nos pés, e sair do meu quarto, vou descendo as escada, vou até a cozinha almoçar, quando cheguei a Maria nossa empregada estava acabando de fazer a mesa, meu pai já está se sentando a mesa, quando me ver ele abre um enorme sorriso. Pai: Como minha princesa está linda. - diz com um sorriso enorme nos lábios. Aurora: Ah pai, estou normal. - digo sorrindo. Pai: Vai a algum lugar tão linda assim? - pergunta. Aurora: Vou sim pai, eu vou na casa da Heloísa e de lá vamos passear no shopping. - digo e ele sorrir. Pai: Tudo bem meu amor, vem almoçar. - diz e antes que eu possa me sentar, eu ouço uma voz um pouco distante mas dá perfeitamente pra saber de quem é aquela voz, sinto minha i********e reagir aquela voz e suspiro um pouco, quando olho para trás, meus olhos brilham ao ver ele ali parado atrás de mim, ele abre os braços e eu corro em sua direção, o abraço forte e ele me aconchega em seus braços Aurora: Você está mesmo aqui? - pergunto e sinto meus olhos marejarem. Lorenzo: Estou bem aqui minha moranguinho, vim passar um tempo com vocês. - diz e minhas lágrimas rolam. Aurora: Você veio para ficar tio? - pergunto abraçada nele. Lorenzo: Vim passar uma temporada, sentir falta de está aqui com vocês. - me aperta em seus braços e vou me soltando dele, olho em seus olhos e vejo aqueles olhos lindos e esboço um enorme sorriso, meu pai aparece logo atrás da gente. Pai: Ah não acredito que você está aqui, porque não me avisou que estava vindo, tinha ido te buscar. - diz e os dois se abraçam. Lorenzo: Queria fazer uma surpresa. - diz calmo. Pai: Mas agora está por aqui, vamos almoçar, e conversar um pouco. - ele o chama e todos nós caminhamos para a mesa, me sentei ao lado do meu pai, e meu tio a minha frente. Lorenzo: Você está maravilhosa Aurora. Se produziu toda assim para ir encontrar o namorado? - pergunta curioso, e nesse momento me engasgo. Pai: Calma filha, você tá namorado e eu não estou sabendo? - pergunta me olhando com a sobrancelha arqueada. Aurora: Não tio, e eu não tenho namorado pai. - digo assim que me recupero, se ele soubesse que me guardei exatamente para ele, ele nem me perguntaria uma coisa dessas. Então ficamos ali almoçando até dar minha hora e meu pai ter que me lembrar, mas acabo nem querendo ir mais, quero aproveitar que meu tio está em casa, e colocarmos os papos em dia, claro que eu vou querer aproveitar bem mais que ele veio sem aquela sonsa para atrapalhar a minha vida. Sou tirada dos meus pensamento quando me levanto da mesa e ao então acho que ele percebeu que eu estava de saia, e ela era bem curta. Lorenzo: Onde a senhorita vai com essa saia minúscula? Onde comprou ela não tinha com pano maior não? - pergunta e seguro o riso. Aurora: Que nada tio, eu amei a saia, está maravilhosa, e estou linda. - digo dando uma voltinha e dou risada. Lorenzo: Mauro você não ver as roupas dela não? - diz e eu reviro os olhos. Aurora: Tio deixa de ser careta, eu estou linda aceite. - digo seria, quando mandei a mensagem para a Helo, ela falou que viria em minha casa, para me arrastar para o shopping, e eu não queria ir. Quando estávamos sentando na sala, a Helo chegou e já foi entrando. Heloísa; Dona Aurora, eu vim te buscar, vamos logo. - quando ela ia continuar, ela para e ver meu pai e meu tio conversando. Aurora: Eu não quero ir não amiga, quero aproveitar meu tio, ele chegou agora da Bélgica. - digo e ela me olha, e olha para meu tio, se bem que conheço ela se encantou, mas ela vai tirar os olhos porque ele é meu. Heloísa: Ah, amiga, vamos. - diz e eu sei que se eu não for ela vai ficar secando meu tio, então me levanto e vou em sua direção, mas antes de ir, vou até meu tio, me abaixo na sua altura e pude ver seus olhos recair nos meus s***s e logo nos meus olhos, dou um beijo na sua bochecha e faço o mesmo no meu pai. Aurora: Até mais tarde amores da minha vida, vou no shopping, quando voltar conversamos. - digo e vou saindo dali, quando já estamos longe o bastante ela fala. Heloísa: Amiga do céu, que pedaço de homem seu tio é. - diz e eu respiro fundo. Aurora: Verdade amiga, agora vamos que eu quero voltar logo. - digo e entro no carro com ela, ela liga o carro e vamos para o shopping. Quando chegamos, estacionamos o carro e entramos no mesmo, começamos a andar o shopping, entramos em algumas lojas, ela comprou umas coisas e eu também, depois fomos ao MC, compramos um lanche e nós sentamos para comermos, quando acabamos, voltamos a andar, e quando olhei a hora, já se passava das 20:00 horas. Então voltamos para o carro e ela dirigiu até a minha casa, quando cheguei enfrente o Miguel ia saindo pelo portão. Heloísa: O que ele tá fazendo na sua casa? - pergunta e pude perceber sua frustração. Aurora: Não sei amiga, eu já falei mil vezes a ele que não quero nada com ele, e ele insiste em me perseguir, porque você não mostra seu interesse que tem nele, e ver se tira ele da minha cola? - pergunto e ela diz meio desconfortável, eu sei que ela gosta dele, mas nunca me contou com sinceridade. Heloísa: Tá louca? Não gosto dele. - ouço atentamente e sei que ela mente. Aurora: Para de se enganar, e investe logo nele. - digo seria e ela para o carro enfrente a minha casa. Heloísa: Tenho medo de me machucar. - finalmente confessa. Aurora. Finalmente admitiu. Mas não custa tentar, meu coração tem dono e não quero me distrair. - digo me lembrando do meu tio. Heloísa: Você e seus segredos. - dou risada, desço do carro e assim que ele me ver ele para. Miguel: Boa noite, Aurora. Aurora: Boa noite, Miguel, o que faz aqui? - pergunto. Miguel: Vim te convidar para saímos. - fala e eu reviro os olhos. Heloísa: Perca de tempo, ela já tem compromisso. - diz e eu agradeço mentalmente a ela. Miguel: Ah, entendo. - ele diz e me olha dos pés a cabeça. Aurora: Amiga já vou entrar, boa noite. - digo e mando beijo no ar. - E Miguel, eu não posso, agora vou dormir que tô cansada. - digo e ele concorda, entro em casa e vou diretamente para meu quarto, assim que entro vou direto para o banheiro, tiro minha roupa e coloco o fone no ouvido com uma música calma e suave. Me sento na borda da banheira, e passo as mãos por todo o meu corpo e fecho os olhos, vou imaginando as mãos do meu tio me tocando, passo meus dedos levemente nos meus s***s e aperto eles, vou descendo minhas mãos pelo meu corpo, até chegar na minha i********e, passo os dedos por cima do meu clítoris e calmamente vou fazendo movimentos circulares nele, vou sentindo aquela sensação maravilhosa do desejo me consumindo, e continuo a me tocar imaginando as mãos dele pelo meu corpo, e sua boca na minha i********e, mordo meu lábio e deixo alguns gemidos ecoarem pelo banheiro. Continuo o massageando meu clítoris, até que sinto minha i********e contrair e me sinto aliviada por ter chegado ao clímax pensando naquele homem gostoso, mordo meu lábio e entro na banheira, tiro os fones e começo a tomar meu banho, quando acabo, saiu da banheira, me enrolo na toalha, faço minhas higienes e vou para o closet, pego uma calcinha minúsculo e um baby-doll minúsculo, visto e me jogo na cama, me viro e acabo dormindo.
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