LORENZO NARRANDO
Eu estava na sala conversando com o Mauro e com nossos pais, estávamos conversando sobre as coisas que nós aconteceram, tudo que vivemos e que nos aconteceu esse tempo todo, que nós mantivemos distantes, foram 4 anos de distâncias exatas, e da vez que eu vim aqui eu só passei por causa do aniversário da Aurora, depois eu voltei para a Bélgica, mas tudo indica que eu vou realmente passar um tempo aqui, preciso organizar minha empresa, e depois vejo se fico para morar aqui, ou se eu vou embora de vez para a Bélgica. Estávamos tão entretidos conversando até que a Aurora chegou ali, ela estava tão linda, os cabelos ruivos dela realçava bem, aquela roupa mostrava todas suas curvas, e eu não estava vendo mais apenas a menina na qual eu criei com seu pai, eu estava vendo uma verdadeira mulher, uma mulher que qualquer homem cairia a seus pés. Ela está divina nessa roupa e quando ouço que ela vai sair, não sei o que me dar, mas me levanto e digo que vou junto, não vou arriscar de deixar ela ir sozinha e no final acontecer algo de r**m com ela. Então simplesmente eu peguei a chave do carro do pai meu irmão, e fomos até ele, assim que chegamos entramos e dei partida seguindo a amiga dela, não demorou muito pois era um pouco perto da casa do meu irmão, então estacionei o carro enfrente a boate e descemos, cheguei mais perto da Aurora e avisei que era para ela ficar perto, que não era para ela dar trela para esses ousados que vem nas boates fazer maldade com muitas meninas. Quando a amiga chamou ela para ir pegar bebida, eu me ofereci para ir, disse para elas ficarem no mesmo lugar, então eu sair andando no meio daquele povo todo, e olha estava bem apertado passar ali, quando cheguei no balcão o barman veio saber o que eu queria.
Barman: O que vai querer? - pergunta.
Lorenzo: Quero dois martini por favor. - digo e ele vai preparando o mesmo, de repente alguém esbarra em mim.
XXX: Oh, perdão. - uma moça alta, e posso dizer bonita até, se desculpa por esbarrar em mim.
Lorenzo: Tudo bem, não tem importância. - falo simpático.
XXX: Está sozinho? - pergunta se insinuando.
Lorenzo: Não. - digo e ela me encara. - Vim buscar bebida para as meninas. - digo e ela se aproxima mais um pouco.
XXX: Prazer meu nome é Mônica. - fala estendendo a mão.
Lorenzo: Prazer Mônica. Me chamo Lorenzo. - aperto sua mão, e meus martini chega. - Bom estou indo, boa noite. - falo me afastando.
Quando vou caminhando no meio daquele povo, vou me aproximando da Aurora e assim que vejo percebo ela incomodada, até ver um desconhecido segurando seu braço, não me segurei joguei no chão os martini e dei um soco na cara do sujeito, perguntei se ela estava bem e ela disse que estava então a chamei para irmos embora para casa. Saímos da boate e fomos até o carro, assim que chegamos no mesmo, abrir a porta e entrei assim ela também fez o mesmo. Liguei o carro e sei partida para casa, fui dirigindo em silêncio, eu não queria falar nada até porque não tem nada a ser falado, eu só estava extremamente com raiva por aquele cara ter colocar as mãos dele nela, e ainda por cima sem consentimento, até porque estava escrito isso no seu olhar.
Assim que chegamos em casa, ela desceu do carro sem falar nada e subiu para o quarto, diz o mesmo, subir e entrei no quarto, fui ao banheiro e tomei um banho rápido, quando acabei, fui até a pia fiz minha higienes e sair do banheiro, fui até minha mala, peguei uma cueca e coloquei, em seguida me joguei na cama e liguei o ar, estava quase dormindo quando meu celular toca e vejo que é a Alice, deixo lá tocar e acabo dormindo.
Acordo no dia seguinte com minha cabeça doendo, não bebi nada e não entendo o motivo dela está doendo, afinal de contas deve ser pelo o estresse mesmo, me levanto e vou até o banheiro, tiro minha cueca e entro embaixo do chuveiro, ligo e sinto a água cair pelo meu corpo, fico ali por um tempo sentindo aquela água fria percorrer cada canto do meu corpo. Desligo o chuveiro e saiu do box, enrolo uma toalha na cintura e vou até a pia, faço minhas higienes e me retiro do banheiro, ouço meu celular tocar e vou até ele, quando olho no identificador vejo que é a Alice, pego o celular e atendo.
•LIGAÇÃO ON•
Alice: Oi meu amor, te liguei ontem e você não atendeu.
Lorenzo: Eu estava dormindo, não vi. - minto.
Alice: Ah, entende meu amor, estava cansado devido a viagem que é longa, te entendo.
Lorenzo: Sim, eu ainda estava muito cansado, já terei que ir hoje na empresa e tenho que levar meu irmão no aeroporto também.
Alice: Entendo, mas você já decidiu se vai ficar muito tempo? Estou com saudades de te sentir.
Lorenzo: Você sabe que não tenho data para voltar, e agora que vou ficar responsável pela minha sobrinha aí fica um pouco mais complicado.
Alice: Sabe Lorenzo, eu não confio muito nessa tua sobrinha, ela deve está uma mulher muito bonita, e isso me incomoda.
Lorenzo: Olha vou desligar, porque não aceito que você venha me ligar e falar da minha sobrinha.
•LIGAÇÃO OFF•
Jogo meu celular em cima da cama, e vou até a minha mala, eu não aceito que ela venha questionar as coisas, sem contar que ainda vem dizer que não confia, ela nem sabe como a minha sobrinha foi criada, com respeito, educação e tudo mais. Ela jamais me faltaria respeito, ou eu a ela, isso eu e o pai dela, soubemos bem educa-la. Pego uma roupa na minha mala e me visto, pego o perfume e coloco um pouco, guardo e vou me retirando do quarto, assim que vou saindo, esbarro na Aurora, ela está com uma camisola muito curta, que dá pra ver perfeitamente bem desenhada a poupa da sua b***a, suspiro e ouço ela.
Aurora: Tio, me desculpa, estava indo tomar café da manhã. - diz se ajeitado.
Lorenzo: Tudo bem moranguinho, mas me diga, que tamanho de roupa é essa? - falo olhando suas pernas, e pelo que tô vendo é bem delicada lisinha. p**a que pariu, melhor eu nem imaginar muito, porque já tô sentindo meu amigo dando sinal de vida, e isso é errado.
Aurora: Tio eu estou dentro de casa, não estou na rua. - diz passando na minha frente e eu acompanho ela com os olhos.
Lorenzo: Porque não vai vestir uma roupa? Sabe que temos que levar seu pai para o aeroporto e em seguida vou te deixar no apartamento e vou para empresa. - falo olhando ela, enquanto ela caminha lentamente na minha frente e vou acompanhando ela.
Aurora: Vou tomar café primeiro tio, e aí eu vou trocar de roupa, para podemos ir. - fala saltitante e uma desses pulinhos dela, acabou mostrando um pouco mais da b***a e percebi que a calcinha é muito minúscula.
Lorenzo: Moranguinho eu vou voltar no quarto, preciso pegar algo que eu esqueci. - digo e ela sai andando, volto para meu quarto e fecho a porta, c*****o que p***a está acontecendo comigo, eu nunca sentir isso por mulher nenhuma, e ela é minha sobrinha, que c*****o amigão, não faz isso comigo, penso enquanto ele está duro igual uma pedra, eu preciso me aliviar, e tem que ser agora.
Caminho até o banheiro, abro a minha calça, abaixo a mesma junto com a cueca e ele salta pra fora, e p***a ele está muito duro, eu não sei o porque isso agora. Respiro fundo e coloco minha mão nele, e começo a me masturbar, e meu corpo e cérebro não consegue sair daquela visão, eu não sei o que tá me acontecendo mais p**a que pariu, que sensação estranha, vou movimentando minha mão mais rápido sobre meu p*u, fecho meus olhos e vejo aquela b***a desenhada passando em minha mente, assim que abro meus olhos, sinto meu p*u pulsar ainda mais, e acabo gozando perto da privada, quando já sinto ele se amolecendo, pego um lenço umedecido e passo por toda extensão do meu p*u e limpo ele inteiro, depois limpo tudo que sujei, levanto minha cueca e calça, vou até a pia e lavo minhas mãos, vou saindo do banheiro, saiu do quarto e desço até a cozinha, quando chego meu irmão, pai, mãe e sobrinha estão todos sentados à mesa.
Mãe: Bom dia meu menino. - diz assim que me ver.
Pai: Bom dia filho. - fala sorrindo.
Mauro: Bom dia irmão, estávamos iniciando a refeição, vem. - diz animado.
Lorenzo: Bom dia, família. - falo e me sento ao lado da Aurora.
Aurora: Tio o senhor demorou. - fala comendo morango com nutella.
Lorenzo: Fui resolver algo no celular, mas já estou por aqui. - minto, eu nunca mais posso fazer isso, b*******a pensando na minha sobrinha, eu criei essa menina, eu tenho que ver ela como uma filha.
Mauro: Hoje vou iniciar uma nova fase da minha vida e empresa. - fala animado. - E gostaria que minha filha estivesse ao meu lado, mas. Eu entendo ela, ela ama essa cidade então só tenho que respeita-la. - fala e sorrir.
Aurora: Ah, pai. Sabe que eu amo o senhor, e vou sempre lhe apoiar, mesmo que de longe. - fala apertando a mão dele, assim que ela acaba de comer, ela se levanta e da um beijo na bochecha do pai e sai.
Lorenzo: Cuidarei bem dela, não se preocupe. - falo tranquilo.
Mãe: Meu filho, tem certeza que quer essa responsabilidade? - pergunta apreensiva, eu sei que ela queria ficar com a neta, mas ela não quer ir para NY, então eu mesmo cuido, não vejo problema, eu considero muito a dona Márcia, embora meu pai tenha casado com ela, eu sempre a vi como minha mãe.
Lorenzo: Não se preocupe, eu cuidarei dela, não vejo problema em cuidar dela, tenho as empresas mais eu consigo lidar com isso. - falo tranquilo enquanto como.
Pai: Meu filho, a gente tá voltando para NY também. Então caso você precise de algo, pode nos ligar que voltaremos correndo. - diz tomando uma xícara de chá.
Lorenzo: Pode deixar pai, ligarei se caso necessário. - falo e todos nós acabamos de tomar café.
Mauro: Sempre que der, passa por aqui, para ver como está minha casa, porque as empregadas continuaram. - fala tranquilo.
Lorenzo: Passarei sim, ou eu mando a Aurora vim checar, caso eu esteja ocupado. - digo e ele concorda.
Aurora: Estou pronta. - fala descendo as escadas com um vestido vermelho xadrez, e vem puxando suas malas.
Pai: Vou te ajudar minha menina. - diz subindo as escadas para ajudar ela a carregar as malas.
Aurora: Obrigada vovô. - diz puxando uma mala. Ela é tão baixinha que as vezes da vontade de pegar no colo e carregar. Deixo um pequeno riso escapar e ela me olha. - Que foi que tá rindo tio?
Lorenzo: Nada moranguinho, apenas estava vendo o quão baixinha você é. - digo ficando sério, meu pai sai arrastando as malas dela e ela também sai para a garagem. O meu irmão abre o porta malas e colocam as malas, vou até o lado do motorista e entro no carro, espero o Mauro e meus pais entrar com a Aurora para irmos todos ao aeroporto.
Assim que todos entram no carro, dou partida para o aeroporto e vamos todos nos divertindo até chegar ao aeroporto, quando chegamos, estacionei o carro e descemos todos, o meu irmão pegou suas malas e a Aurora ajudou ele arrastar o carrinho. O engraçado é que eu e o pai dela somos altos, e ela baixinha, eu acho que ela puxou a mãe, além dos cabelos, porque a mãe dela também era ruiva. Quando chegamos na área de embarque ficamos ali uns minutos até chamarem o voo para o Brasil e o outro para New York. Minha sobrinha começou a chorar quando estava se despedindo do pai, eu dei um abraço breve nele, e meus pais fizeram mesmo com ele, quando todos embarcaram, eu e a Aurora saímos do aeroporto e fomos para o carro.
Aurora: Vou sentir saudade do meu pai. - fala triste.
Lorenzo: Mas você sabe que basta você ligar e ele chega correndo aqui. - digo e ela se anima um pouco.
Aurora: Essa é a vantagem de ser filha única tio. - diz olhando pra frente.
Lorenzo: Agora vamos, vou te deixar no meu apartamento e vou para a empresa. - falo e ela concorda, dou partida e vou dirigindo tranquilamente para a minha cobertura. Onde eu tenho esse apartamento é um enorme prédio de luxo, apenas os maiores de Seattle tem um apartamento aqui. Dei sorte de comprar um quando inaugurou e eu peguei o melhor, foi a cobertura completa.
Aurora: Aqui é muito lindo tio. - fala assim que paro enfrente do prédio.
Lorenzo: É sim moranguinho. - falo e o carregador das malas se aproxima.
XXX: Posso pegar as mala senhor? - pergunta.
Lorenzo: Claro, o porta malas está aberto, e pode levar para a cobertura. - falo e a Aurora vai descendo do carro, mas antes ela se vira e beija minha bochecha.
Aurora: Até mais tarde tio, vou preparar o jantar. - fala e desce do carro, ela acompanha o rapaz. Dou partida para a empresa, assim que a deixo no prédio.