Capítulo Três

2624 Palavras
Tainá Pitangui narrando Na sexta-feira teve baile e a Carol insistiu que eu fosse, preferir evitar não encontrar com o i****a do Lennon, e fiquei em casa mesmo, ela chegou hoje de manhã e está aqui agora no meu quarto me acordando para me contar como foi o baile, e a agora chegou a louca da Mavi também, em pleno sábado estou aqui acordada escutando as duas falarem igual papagaio. Carol- foi tão bom, o beijo dele, o cheiro dele sentir novamente, afff que homem. Mavi- nem me fale, cada dia mais gostoso e lindo, e amanhecer em seus braços e em sua cama foi o melhor. Olho confusa para as duas tentando entender o que está acontecendo, porque não estou entendendo nada. Tainá- gente, não estou entendendo nada, de quem ambas estão falando, e você Mavi caiu da cama para estar aqui a essa hora 07:30? Mavi- eu dormir aqui. Tainá- com a Carol? Mavi- claro que não, com ele. Tainá- ele quem? Carol- Rodrigo né Índia. Tainá- o que? Você e o Rodrigo se pegam? Mavi- sim, desde meus 18 anos, perdi minha virgindade com ele no meu aniversário de 18 anos, pedi isso ele de presente uma noite com ele de amor e ele me deu, sou apaixonada por ele desde novinha, e sei que ele também senti o mesmo. Tainá- se ele senti o mesmo, porque não te assumi e esquece essa vida regada de mulheres a sua volta? Mavi- acho que ele tem medo de me magoar e meu irmão não aceitar isso, até porque envolve o morro também. Tainá- não tem isso de morro, a vida dele pessoal é uma coisa, profissional é totalmente diferente, se ele faz bem o trabalho dele não tem porque o seu irmão achar bater de frente com ele sobre isso se vocês não der certo ou não, isso é entre vocês dois, e não sobre seu irmão, me desculpe por ser sincera, mais não aceite menos que você mereça, meu avô sempre me ensinou isso sobre a mulher saber quando e sempre se opor, não aceitar menos, não aceitar ser segunda ou outras opções, não abaixar a cabeça, devemos ocupar o lugar que merecemos e não aceitar e se contentar com tão pouco. Mavi- nossa você realmente é muito madura, e nem parece ter nossa idade, seu avô é um homem sábio e soube te ensinar bem sobre a vida, você tem razão, me contento com tão pouco que ele me dá que já me acostumei ser de vez em quando e quando pode e der. Carol- não disse que ela é madura demais para idade que tem. Tainá- e você caracol? Ela fecha a cara com o apelido que Lennon deu pra ela e estou o pronunciando agora, Mavi se acaba de rir. Carol- vou nem te falar nada, eu também sou apaixonada pelo KF e perdi minha virgindade com ele, a minha história com ele é a mesma da Mavi com meu irmão. Tainá- entendi, quem é esse aí? Carol- quando ele chegou você já tinha ido embora, mais vou apresentar ele ainda a você. Tainá- certo, o mesmo que falei pra Mavi serve para você também. Mavi- e você Índia, é virgem? Já se apaixonou? Tainá- sim sou virgem ainda, nunca me apaixonei, tem um rapaz na faculdade que cursa administração também se chama José Pedro, dei meu primeiro beijo com ele e gosto muito dele ele é incrível. Carol- é lindo ele Mavi você precisa ver. Mavi- já quero conhecer rs, mais porque continua virgem e não namora com ele já que se gostam? Tainá- porque acho que para dar um passo tão grande como namoro e perder a virgindade tem que ser com quem você realmente ama, e o que sinto por ele não é amor, por isso ainda continuo virgem e sem namorado, só nos curtimos mesmo sem nada sério. Mavi- você está certa, nossa vai ser tão bom ter uma certinha no nosso grupo kkkk. Carol- também acho. Tainá- cursa faculdade de quê? Mavi- Técnica em enfermagem com especialização em Obstetrícia. Tainá- que maravilha Mavi. Ficamos conversando mais um pouco até minha madrinha nos chamar para almoçar no restaurante mesmo, visto um short jeans de lavagem clara, uma regata T-shirt bege e calço um chinelo, faço um coque no cabelo e descemos, quando chegamos lá logo avisto Rodrigo, com mais três dentre eles sendo o Lennon e o Gustavo que conheci e fiz amizade. Rodrigo (sombra)- vem se sentarem aqui com a gente. Carol- tudo bem para você Índia? Tainá- por me tudo bem sim. Vamos para a mesa deles, me sento entre Carol e meu primo de frente pro Lennon que me come com os olhos como se a qualquer momento fosse me devorar. Tainá- bom dia pessoal. Gustavo (Gus)- bom dia Índia que bom revê-la novamente. Tainá- é bom revê-lo também Gus. Rodrigo (sombra)- fecha a cara não viado. Kaique Felipe (KF)- e ae Índia beleza, sou o KF, bem-vinda aqui no morro, tem mais um amigo. Tainá- obrigada KF, que bom saber disso. Engatamos uma conversa aleatória entre eu, KF, Rodrigo, Gus, Mavi e Carol, menos o i****a do Lennon que só fica de cara fechada e não fala nada, só observa, aliás ele só observa a mim, mais o ignoro total, quando estamos finalizando o almoço Mavi me chama pra ir no banheiro com ela e vou, ela entra no banheiro e fico esperando ela, mexendo no celular. Lennon- Índia da pele morena, sua boca pequena que eu quero beijar. Olho bem para a cara do cretino que está cantado pra mim o refrão dessa música que amo, mais é claro que não deixarei ele saber disso. Tainá- só se for outra Índia meu bem. Lennon- não faço seu tipo Índia? Ou só pega os tupinambá? Tainá- palhaço, nunca fiquei com um tupinambá, aliás só conheço meus avós e meu pai kkkk. Lennon- olha só a Índia rir para um Cário. Tainá- andou pesquisando sobre os tupinambá chefe Lennon? Lennon- não exatamente, mais sei algumas coisas sobre indígenas, já estudei sobre isso. Tainá- pesquisou também para saber se as índias são todas iguais, se sou como as outras índias Lennon? Ele chega bem perto de me, se abaixa e fala em meu ouvido, me fazendo arrepiar. Lennon- não, porque você é única como você mesmo disse. Ele fala e olho pra sua boca e ele para me, e ele está tão perto que posso sentir seu hálito quente perto de mim, e quando dou por mim ele me beija, me imprensando na parede com seus corpo másculo, seus braços fortes, o beijo começa terno e depois da lugar a uma intensidade, sua mão uma está em minha nuca apertando meus cabelos, a outra segurando meu rosto, que beijo gostoso e bom esse homem tem, só paramos o beijo por falta de ar, só aí que me dou conta do que aconteceu aqui, o empurro e me solto dele indo pro meu quarto, mais ele me segura antes. Lennon- ei, o que foi? Tainá- Lennon não. Me solto dele que me olha confuso e subo pro meu quarto trancando a porta, nem sei se a Mavi continua no banheiro ainda ou se já saiu de lá, mais é claro que ela já deve ter saído, eu gostei tanto do beijo como não deveria gostar, meu avô me ensinou nunca a ter preconceito com ninguém porque cada um sabe das suas dores, do seu trabalho, do duro que deu pra estar onde estar, cada um tem o livre arbítrio, não foi o beijo em si que me deixou assim desnorteada e sim o dono do beijo que me causou isso, isso porque vejo que o Lennon não é o cara certo para me, me envolver não por ele ser do tráfico, mais sim porque a pessoa dele não me agrada, no modo em que ele trata as mulheres como putas, claro que ela sendo p**a ou não, não lhe dá o direito de difamar ela, de desprezar, nenhuma mulher merece tal coisa, cada uma sabe de sua vida e o que quer, e Lennon me parece o tipo de homem que não desiste fácil, principalmente quando se encontra em seu caminho um desafio, acostumado a ter todas que quiser e a hora que quiser, mais como meu avô mesmo me ensinou eu não sou todo mundo, sou única, sou Tainá, sou estrela, nasci para brilhar, e se ele realmente me quiser ele que lute, que corra atrás, porque não vou me rastejar aos pés dele, até porque tem todas que quiser ter e algo me diz que terei muito trabalho pela frente com Lennon até ele tanto conseguir o que quer. Depois do que aconteceu eu não vi mais as meninas, ninguém, elas não veio atrás de mim o que agradeço mentalmente por isso, deitei na cama e dormir a tarde toda, acordei com batidas na porta, olho no relógio e são 16:00 horas, nossa dormir demais. Tainá- já vai. Abro a porta me deparando com o Rodrigo. Rodrigo (Sombra )- vim te buscar para ir ali em um aniversário que está tendo, todos estão lá, mamãe, papai, Carol, era pra ter te avisado desde cedo mais tu sumiu e não quisemos te incomodar, aí agora vir te buscar. Tainá- não é incômodo nenhum e você sabe disso, nossa Rô eu nem tomei um banho acordei agora. Rodrigo (Sombra)- eu sei que só sai pros lugares de banho tomado, te conheço Índia só seu primo preferido, te espero aqui na sala, pode ir tomar seu banho. Tainá- tá bom. Vou pro banheiro tomo banho, escovo os dentes, hidrato meu corpo, passo meu perfume preferido que tem cheiro de flores que é o meu cheiro já, passo um pó no rosto, um pouquinho de iluminador pra descartar minha pele, um gloss de sabor morango que destaco meus lábios, os cílios são enormes de natureza, a sobrancelha então nem se fala, visto um cropped de crochê verde água, uma saia longa de estampa linda, que combina com o cropped, solto meu cabelo e vou indo de encontro ao Rodrigo. Rodrigo- é linda demais Índia, hoje quem mexer com você eu mato, prometi ao padrinho e a madrinha que cuidaria de você e irei cumprir. Tainá- não seja bobo, vamos? Rodrigo (sombra)- vamos. Descemos e entramos na sua Hilux cinza, ele sobe lá pro alto do morro e vai me mostrando tudo e como é lindo aqui, tudo muito cuidado, paramos de frente uma linda mansão na cor bege com marrom coisa de gente rico mesmo que exala luxo, tem vários carros parado por fora, entramos e nossa como é ainda mais linda por dentro, um jardim incrível e enorme, uma piscina muito chique e grande demais, tem mesas e cadeiras, decoração muito linda e balões de gás Helio com número 45 tudo na cor bege misturado com dourado, área gourmet está maravilhosa, ela é toda duplex e no vidro, se a minha casa era mansão e chique, essa é o dobro ainda, vamos se encontro ao pessoal e assim que chegamos na mesa onde tem meus padrinhos, Carol, Mavi, KF, Gus e o Lennon, avisto uma mulher muito elegante de vestido longo abraçada a Lennon. Carla- amiga essa é a minha afilhada Índia que tanto te falei, filha da Camila. Tainá- olá prazer em conhecê-la. Vera- vem cá me dá um abraço Índia linda, como você é linda, perfeição divina, que pele linda, esses olhos, esses cabelos, tudo perfeito em você, minha amiga Camila arrasou e que privilégio o meu te conhecer, eu, sua mãe, Carlinha éramos melhores amigas, éramos não, somos ainda pode passar o tempo que for que sempre que uma precisar estaremos aqui, seja bem-vinda a minha casa, sou mãe desse moleque aqui e dessa pirralha, que acham que cresceram mais para uma mãe os filhos nunca crescem. Ela fala abraçada em mim e beijando meu rosto e mãos, como é linda a mãe de Lennon e Mavi, magra, cabelos lisos na cor preto e curtos, pele morena clara, olhos cor de mel, tem quadril largos assim como Mavi tem, ela puxou a mãe em tudo, já Lennon não. Vera- fique a vontade meu amor a casa é sua. Mavi- vem amiga vamos conhecer a casa. Vou com ela e Carol, entramos na casa que tem uma sala de tv incrível, sala de jantar perfeita, uma cozinha de deixar qualquer um de queixo caído, as escadas chique demais, até a área de serviço é chique, subimos as escadas que tem uma salinha perfeita também, tem 7 quartos. Mavi- esse quarto primeiro é o da minha mãe, o segundo do meu irmão, terceiro é o meu, e os outros 4 são para quem chegar e querer dormir, são 6 suíte e um quarto normal, um banheiro social lá embaixo e outro na área da piscina. Tainá- amiga sua casa é incrível, amei. Mavi- obrigada amiga. O quarto da Mavi é perfeito, só não vi os outros quartos, mais o que mais fiquei curiosa foi o do Lennon, falar nele continua me comendo com os olhos fazendo me sentir quente e desejosa demais, sentamos na mesa, conversamos, bebemos e comemos. Carol- Índia vamos lá encima chamar a Mavi? Tainá- tá. Vamos em direção ao quarto de Mavi chamar ela que foi no banheiro e não voltou até agora. Kaique Felipe (FK)- Carol vamos ali conversar rapidinho? Carol- vai lá sozinha Índia? Tainá- sim, pode ir. Subo as escadas e vou em direção ao quarto de Mavi antes de eu bater na porta, minha boca é tampada e sou puxada com tudo. Lennon- Xiii não grita, sou eu. Tainá- você tá louco? Quase me mata de susto. Lennon- achei que a Índia fosse mais corajosa, que mexesse com onça bravas. Tainá- engraçadinho, já ouviu aquele ditado, é melhor não cutucar a onça com vara curta? Eu falo e olho para ele todo parando bem no meio de suas pernas fixando bem meus olhos em seu m****o para ele entender a expressão do que eu quis dizer. Lennon- vou te mostrar qual vara é curta aqui Índia, quero ver se arranha mesmo como uma onça. Antes que eu tenha tempo para qualquer coisa, ele tranca a porta na chave, e começa a me beijar com toda intensidade que ele tem, me pega no colo me levando para sua cama, e não desgruda nossas bocas, sua língua brinca com a minha, suas mãos apertam meus s***s, ele desfaz o beijo, pega minha mão e coloca por cima da bermuda me fazendo sentir o quão duro, grande e grosso é seu m****o, que não tem nada de vara curta. Lennon- ainda acha que é vara curta Índia? Sinta o quão curta ele é, e é todo seu. Antes eu faça algo que me arrependa depois, o empurro fazendo sair de cima de mim e saiu do quarto dele igual foguete sem nem dar tempo dele falar algo ou tentar fazer, desço as escadas dando de cara com o Gus, que sorte. Gustavo (Gus) tudo bem Índia? Tainá- sim, só estou um pouco zonza acho q desci rápido demais, quero uma água. Gustavo (Gus)- vem que te dou. Ele me entrega uma garrafinha com água, voltamos pra onde está sendo a festa e ainda bem que estão todos dançando, danço também com Gus, KF, Rodrigo, meu padrinho e o Lennon só fica me olhando com cara de tacho, vejo raiva as vezes em seu olhar, quando dando com KF e Gus, principalmente o Gus, o que danço mais, despia de tanto comer, beber suco e dançar, vamos embora umas 21:30, chego e já vou logo pro banho, tomo um banho, e deito na cama exausta, dormindo logo em seguida.
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