A Sarah fez questão de dirigir e eu deixei. Passamos os primeiros 10 minutos do trajeto em silêncio. Eu olhava pela janela distraída quando sinto uma mão em minha coxa. A olho e ela sorri ainda sem desviar o olhar da estrada de terra. Queria dizer alguma coisa para quebrar o silêncio, mas não conseguia pensar em nada. - Você me deve um beijo. - ela diz e me olha rapidamente antes de voltar a observar o trânsito. - Devo? - me faço de desentendida. - Aham. - ela balança a cabeça sorrindo - E eu quero cobrar a dívida agora mesmo! - Agora? - pergunto rindo. Ela sai da estrada e estaciona o carro. Apressadamente, ela tira o próprio sinto, depois o meu. Logo em seguida, ela puxa a alavanca que faz o banco dela ir para trás e me puxa para o seu colo. Obedeço sem resistência. Sento

