Descemos do carro e caminhamos de mãos dadas até a entrada. Assim que a porta é aberta, ela aperta a minha mão com mais força. Era possível perceber que ela estava muito nervosa, pois sua mão estava gelada e suava. - Tudo bem. - sussurro com um sorriso. - Filha! - uma mulher se aproxima e envolve o corpo da minha noiva em um abraço. A Sarah permanece estática com os braços ao lado do corpo, não retribuindo o afeto. - Pensei que você não viria. - a mulher se afasta. A Sarah era bem parecida com ela, principalmente pelo sorriso e os olhos castanhos. - E eu não queria mesmo. - Sarah responde - Mas a Heloisa me convenceu que eu poderia me arrepender depois. - Eu senti tanto a sua falta. - a mulher tenta tocar o rosto da Sarah, mas, como era de se esperar, ela se esquiva. - Não faça eu

