O belo pirata debruçou-se sobre ela, um cacho de cabelos escuros caindo sobre sua fronte. Seus olhos cinza-mar escureceram-se com paixão quando colocou sua boca sobre a dela... – Não tema, meu amor – murmurou o pirata. Não era justo. Ela amava o mar. –... e meu navio é grande e seguro... – Oh! – Anna protestou. Ela amava navios. –.... e ele cavalga as ondas como um golfinho... – Oh, não, não, chega... – Anna lamentou-se, infeliz. Ela fora traída – pelo navio, pelo mar! – Aqui, pegue isso. Os olhos de lorde de Wellborn estavam sombrios como o mar, preocupados, enquanto ele se debruçava sobre ela. Segurava uma bacia, e Anna a pegou, agradecida, fechando seus olhos novamente para apagar a vista da lanterna balançando com o movimento do navio. Ela dobrou-se sobre a bacia por um interval

