GABRIEL Ainda sem saber minhas próximas palavras continuo encarando a mulher em minha frente idêntica ao meu primeiro amor. A semelhança entre elas é surreal, confesso que quando a vi entrando pela aquela porta pensei que era Maya, senti os batimentos de meu coração se acelerarem, mas parte de meu subconsciente acreditava que Maya estar viva era impossível. Eu a vi morrendo lentamente em minha frente, e sabia que Maya não poderia falsificar sua morte e esconder isso de mim, mas agora a sua irmã gêmea aparece em minha vida e logo minhas lembranças dolorosas voltam à tona. Até poderia acreditar que Stella é Maya, mas sei que isso não é verdade, lembro muito bem que Maya tinha uma marca de nascença no braço e quando olho para Stella não encontro a tal marca. — Maya nunca me disse que tin

