VALENTINA O choro da minha filha entoa na minha mente em um relance eu desperto de um sono pesado, me assusto ao me ver amarrada em uma cadeira em um quarto sujo, porém vazio com uma cadeira velha em minha frente, só tinha uma janela minúscula, com grades, um cheiro forte de mofo, as paredes parecem todas úmidas, mas nada me desespera do que o choro da minha filha, eu estou ouvindo chorinho dela longe, parece que vem de outro cômodo, eu tento me solta, mas é vão, olho para meu corpo não estou com a roupa do hospital estou com uma calça legue preta e uma blusa branca social, e tênis preto, mas agora isso nem importa, o que importa é minha filha. Ouço um barulho na maçaneta da porta e quem entra é Bruno, seus olhos expressavam maldade e ódio. Ele se senta na cadeira na minha frente, eu o o

