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3410 Palavras
Eu estava na cozinha tomando um copo de água, depois de um jantar em família irritante, com a minha mãe reclamando porque eu não tinha comido direito na casa do Marcelo, e meus irmãos jogando ervilhas um no um no outro. Então eu finalmente, entro no meu quarto e vejo meu celular vibrando em cima do meu criado mudo. Um número desconhecido, mais eu já sabia de quem era quando atendi. - Oi Isabella. - Oque quer? - Me desculpe por tentar te beijar... de novo. Eu só quero que nós dois sejamos amigos. Respiro fundo, eu não quero falar com ele, mas... ele nunca me chamou de Isabella, só de ''gata'' ou ''Isa''. Talvez ele queira mesmo ser apenas meu amigo, e se isso acontecer, talvez tudo se resolva. - Tudo bem. - Trégua? - Sim. - Oque fez você mudar de idéia? - Pensamentos. - Ual. Que bom. Mas, você quer mesmo ser minha amiga? - Algum problema com isso? - Nada... eu só... achei que... - Oque você achou? - Prometa que não vai surtar? ou desligar o celular na minha cara, se eu falar? - Prometo. Fala. - Achei que você queria ficar comigo, sabe? ficar junto. Nós temos química... e isso você n******e negar. Fiquei um tempinho sem falar nada. Oque eu poderia dizer? Nem eu mesma sabia oque eu queria. - Oi, você ainda está aí? - Ah, sim... eu estou. Olha... eu não quero ficar com você. - Por que não? - Sério isso? - Sério. Oque... Eu não faço seu tipo? Eu não sou lindo o bastante? - Ele ri. - Você quer mesmo saber? - Se você me dizer a verdade... - Somos de mundos completamente diferentes. - eu desabafo. - Eu gosto de coisas que você não gosta, e você gosta de coisas que eu não gosto... - Os opostos se atraem. - Ele ri novamente, levando à brincadeira tudo oque eu digo. - Você só quer curtir... você fica com as garotas apenas por uma semana e... e depois você vira amigo delas, como se fosse tudo muito simples! - Mas é muito simples. - Ele ri. - Onde você quer chegar com isso? - Eu só estou dizendo, que eu não sou de ficar com uma pessoa... só por ficar. Você pode me achar cafona... mas eu só fico com quem eu gosto de verdade. - Não acho que isso seja cafona. Acho que você está certa, e admiro muito você por isso. Mas a verdade é que isso tudo não tem nada a ver... a vida é curta demais para todo mundo. Só temos que esquecer os problemas e curtir. - Só isso? curtir? e oque você faz depois? Você tem que ter alguém para você gostar de verdade, porque... sei lá. Isso nos faz bem, sabe? Gostar de alguém... isso nos deixa muito feliz, você nunca namorou sério? Ninguém? - Eu acho que nunca passei de uma semana... espera aí, teve uma que durou duas! - Então você provavelmente não sabe do que eu estou falando, de gostar de verdade, você não vai entender. - Você fala como uma adulta, sabia disso? - Ele debocha. - Você parece ser tão especialista no assunto... e com quinze anos? Quantos namorados ''de verdade'' você já teve? - Um - Ele ia falar alguma coisa mais eu continuei - Mas olha... os tempos que eu passei com ele, foram os melhores da minha vida. Eu sei que não devia falar isso para você, porque você e eu não somos muito amigos para ter tanta intímidade. Mas eu ficava muito feliz quando eu estava perto dele. Me sentia especial, me sentia amada, e eu ficava feliz ao saber que existe alguém, além da minha família, que se preocupa muito comigo. - E por que vocês terminaram? - Bom... isso não é da sua conta. - Xiii, a antiga Isabella está de volta. - Não, é que eu... prefiro não falar sobre esse assunto. - Tudo bem. Olha... eu posso dizer que eu não sei oque é gostar de alguém de verdade. Mas eu acho que ultimamente, estou pensando muito em uma garota e... eu tento parar, mas simplesmente... - ele faz uma pausa. - Não consigo. Eu quase sinto pena dele. Quase. Até ele rir, como um i****a. - Quais são os sintomas? - Bom, esse é um sintoma muito importante. - eu entro na brincadeira. - Também fica nervozo, com um frio estranho quando está perto dela? ou um formigamento ou algo parecido? - Isso é ridículo. - Fala! eu juro que não conto para ninguém. - Ok, na verdade... os dois. São os dois ao mesmo tempo. E tudo, sinto todas as sensações quando estou perto dela. É... é muito confuso, e... também parece ser uma d***a. Mas é uma sensação ótima. - Ual, então você deve gostar mesmo dela. Ele fica em silêncio, mas volta a rir novamente. É um poço de vaivém de idiotice. - Eu escolho por não acreditar nisso. Olha, talvez... seja só curiosidade. - Eu não entendi. Como assim? - Eu não sei. Eu acabei de conhecer ela. Mas... será que eu não quero saber apenas se ela... beija bem? Me indentifiquei um pouco. Mais finjo desinteresse. - E você nunca beijou ela? Para saber como é, eu quero dizer... achei que fosse uma das quatro meninas que você já tinha ''namorado''. - Não, não é nenhuma delas, e... eu não fiquei ainda com essa garota por dois motivos... um deles é que ela não quer ficar comigo de jeito nenhum... - E o outro motivo? Aguardei a resposta com entusiasmo e curiosidade, mas só recebi uma respiração longa como resposta. - É melhor deixar esse assunto de lado. - Não! Quero dizer... você me fez falar sobre meu namoro, e agora tem que me falar sobre sua garota misteriosa, assim, podemos ser mesmo amigos. Ou colegas... sei lá. - Tudo bem. - Ele abaixou a voz, e eu percebi que esse assunto é intocado. - O outro motivo é que eu tenho... medo. - Medo!? - Eu ri. Simplesmente não consegui me segurar. - Como assim? - Tenho medo de que... depois que eu beijar ela, nunca mais querer beijar outra garota que não fosse ela. Quando ele terminou de falar, já era tarde, meu coração estava acelerado. Ele era apaixonado por uma garota, então estava bem claro que ele não sentia muita coisa por mim, o mínimo que eu podia fazer, era orientá-lo para que ele possa ser feliz com ela. Assim eu me livraria dele de uma vez por todas. - Eu... bem, eu acho que você não devia ter medo porque... se você gosta dela, tem que ser assim. Mas eu sei que ela vai querer ficar com você. - Sério? E por que você acha isso? - Hã? - ele me pegou desprevinída. - Porque você é... hum... legal, inteligente e... até que é... bonitinho, e bom... não custa tentar. - Bonitinho? Você nunca se cansa de me insultar não é? - Ele ri, mas um pouco magoado. - Bem... não. Me faz bem fazer isso. - Eu ri, mesmo sabendo que isso não era mentira. - Então... você está me dizendo, que eu tenho que beijar ela... de repente? para descobrir se gosto dela mesmo, ou se não, mesmo que ela me bata ou me chingue depois? Porque ela é bem bravinha, isso eu posso dizer. - Se você acha que vai valer a pena para você. Vá em frente. - OK. A próxima vez que eu ver ela pessoalmente, eu vou beijar ela. E se não der certo ou se eu sair machucado, lembre-se que você teve a idéia. Ele disse brincalhão, e eu acabei rindo também, fingindo que não era um clima bem estranho para mim. E a idéia de ver ele apanhando de uma garota, até que me pareceu atraente. - Está bem. Agora... eu vou desligar. Eu estou com muito sono... mas foi legal conversar com você. - Foi legal conversar com você também. E vê se sonha comigo. - Vou tentar não sonhar com você. - eu digo, brincando. Ele ri e eu também, antes de desligar o celular e ir dormir. Apesar de toda a estranheza daquela conversa, me senti um pouco aliviada... com um aperto no coração, mas aliviada. Pela primeira vez em um mês... tudo parecia ir bem. Não fazia sentido essa guerra com ele, já que nossos pais estavam juntos. *** Quando chega a hora de ir para o colégio, eu fico feliz. É a hora que eu mais gosto, porque fala sério? Qualquer coisa é melhor do que ter que aturar meus irmãos o dia todo. Depois de colocar o meu uniforme: saia rodada, até o meio das coxas, blusa de mangas curtas, com estampa de corpete, um casaquinho rosa e meu scarpin com um laço no calcanhar, eu desço para o café da manhã da família Collins. A minha única surpresa é que a Sabrina já está acordada. - Bom dia família! Eu sento e já me sirvo com um pedaço de bolo, e observo minha mãe em seu terninho de trabalho, minha irmã ainda no pijama com estampa de caveiras, e o Edu só de cueca. Todos comendo na mais perfeita harmonia. - Bom dia Isa, - Minha mãe respondeu. - Dormiu bem? - Sim. - Que bom, porque eu tenho notícias para você. - Meu Deus, oque é mãe? fala logo. Eu aguento. - Ouvi a buzina do ônibus neste momento e corri para porta, enquanto termino com o meu canudo doce. - Seja oque for, me manda uma mensagem que eu já estou indo. Tchau. Quando eu entro pelo portão do colégio, encontro quase tudo como sempre, todos os alunos conversando um com os outros, e minhas amigas me esperando com um abraço. - Oi. - A Carol me olhou me achando diferente. - Está tudo bem? - Sim, eu estou... ótima, por que não estaria? - Por causa do namoro da sua mãe com o pai do Ricardinho. Achamos que você estaria estérica. - Eu não... espera, como vocês sabem disso? - Você não viu? Olha aqui... A Ju pegou o celular para me mostrar a públicação do Ricardinho, uma foto minha, tirada enquanto eu estava distraída na sala da casa dele, com a legenda ''minha meia-irmãzinha querida''. Quando eu vi isso, mordi o lábio de tanta raiva dele. - Deve ser por isso que você estava estranha. Deve ser... nojento. - Não é nojento, e... nós já conversamos. - digo, controlando minha raiva. - E se for para deixar nossos pais felizes, nós vamos ter que concordar um com o outro. - Tudo bem, boa sorte para você então. A Carol e a Ju estavam conversando comigo, enquanto a Bianca ficava com o Ian, só olhando para mim, sem dizer nada depois do ''oi, tudo bem com você?'' - Então você está me dizendo que o Ricardinho, está apaixonado? - A Ju me perguntou sussurrando, enquanto a professora de história explicava algo sobre Maria Antonieta. - Por uma garota que ele nunca conseguiu ficar? - Shh, - eu pedi que ela falasse mais baixo. - É isso que ele me disse. - Que estranho, porque ele disse isso à você? Será que... - Será que ele esteja falando de você Ju? vocês ficaram mesmo naquele dia? - Sim, nós ficamos. - Ela suspirou, mais a expressão dela não deixava escapar nada. - Ju? - Oque? - Se fosse mesmo você, oque você iria fazer? pensaria em namorar com ele? - Ela me olhou bem nos olhos antes de poder responder. - Eu... - Oi meninas? - A professora olhou para mim e para a Ju. - A conversa está muito boa? Será que vocês podem me dizer um pouco da história de Maria Antonieta? Olhei ao redor e estavam todos rindo baixinho. Traidores. Eu respirei fundo. - Maria Antonieta... hmm, ela foi uma mulher muito... muito bonita, e estilosa... - Estilosa? - a professora arqueou uma sobrancelha. - Sim. - Espero que essa seja a última vez que eu tenha que chamar a sua atenção, ouviu? Ela voltou a ler no tablet dela e continuou a falar sobre Maria Antonieta, enquanto todos estavam mechendo em outros sites nos seus tablets, sites que não tinham nada a ver com a aula. E a única a ser pega, fui eu. Então chegou o intervalo. E eu estou aqui sentada entre as minhas amigas, ouvindo minhas músicas favoritas. Mas mesmo assim... me sinto um pouco sozinha, confusa e perdida. Como se faltasse alguma coisa. - Então Isa, oque você acha? - A Carol disse. - Alô-ou? Terra chamando Isabella! - Oi? - Tirei os fones de ouvido, e olhei para ela. - Oque foi? - Nós queremos saber oque você acha de não dançar, nem desfilar trapos desenhados por nós, cantar... ou qualquer coisa do tipo... no concurso de talentos do mês que vem? - Carol... você sabe que temos que participar, vale pontos. - Tudo bem que ano passado você escolheu uma dança até... legal. Mas eu não estou nem um pouco afim de dançar esse ano de novo. Ela sentou ao meu lado, ajeitando o coturno preto de espinhos metálicos. - E eu acho que nem eu. - A Bia também estava ligada em arrumar o cadarço do seu All Star Converse branco. - Meninas, se não ganharmos o concurso, aquelas loiras chatas vão ficar zoando a gente o ano inteiro por ter perdido, igual à oitava série. - Ju, não se trata de ganhar... o importante é participar. - Ai, vai me dizer que você não gostaria de ganhar Isa? - É claro que eu prefiro ganhar, mas... - Mas nada! Vamos ter que fazer alguma coisa juntas... - ela colocou o dedo no queixo, enquanto pensava. - Já sei... vamos juntar os nossos talentos e formar um tipo de banda... - Banda? - A Carol riu. - Que idéia ótima Ju! Você é uma gênia, sério. Então eu fico na guitarra, e não vou precisar dançar, e nem cantar. - É... e eu mando bem no baixo. - A Ju disse - E você Isa, pode cantar! Perfeito... - Espera aí, e eu? - A Bia disse. - Você pode tocar teclado, n******e? - Ah, um pouco... - Ótimo! A nossa banda está formada! - A Ju se empolgou. - Ju, e a bateria? Temos que ter um baterista, não temos? - Esqueci desse detalhe... e os meninos? Eles podem participar. - Ela olhou para a Bia e para Carol, que ficaram sérias, pensativas. - O John não sabe tocar bateria. Bom, eu tenho certeza que não. - E o Ian também não, ele é melhor dançando. Ele sabe um pouco de violão, mas acho que não precisamos muito. - A Bianca completou. - Bom, só sobraram o Diego e o Léo. - A Carol olhou para mim e para Ju que balaçamos a cabeça e negamos. - Não! - a Ju disse, e sem querer, olhou para o Diego, do outro lado do pátio. - Nem adianta insistir, eu não quero que o Diego entre na banda. E além disso, a única coisa que ele sabe fazer é pentear aqueles cabelos dele... lisos, loiros e tão sedosos... - E o Léo deve saber tocar guitarra, violão, baixo, e também bateria. - eu disse, tirando a Ju do devaneio dela. - Mas depois do que ele fez, eu juro que quero distância dele. - Que saco vocês duas! - A Carol se aborreceu. - Quem então, será que sabe tocar bateria? e que nós não temos nada contra... - Oi meninas. Tudo bem? - O Rick passou por nós com as mãos nos bolsos da calças apertada, e com a jaqueta azul e vermelha que ele usava quase sempre. - Só vamos ficar bem... - A Carol começou e ele se aproximou dela. - Se você disser que sabe tocar bateria. - Se eu sei tocar bateria? - Ele deu um sorriso orgulhoso. - Eu sou o melhor tocando bateria! Toco desde os meus três anos de idade... por que? - Bom... - Ela começou, mas nem percebeu que eu e a Ju estavamos balançando a cabeça para ela, negando. - Nós quatro vamos montar uma banda de rock para o concurso... - Não é de rock. - Eu corrigi. - Tanto faz! A banda é para o concurso de talentos do mês que vem, aqui do colégio. Mas não temos um baterista ainda. E então? Você quer fazer parte da nossa banda? - Eu não sabia desse concurso até você me falar... Mas é uma banda só de garotas lindas, - ele mordeu o lábio inferior e piscou. - E eu vou ser o único garoto... Tem como recusar? - OK. - a Carol disse, empolgada. - Temos que combinar o local dos ensaios, e também as músicas que vamos tocar, os instrumentos, e o figurino... - Eu vou escolher as músicas, sou boa nisso. - A Ju disse, e eu sei que ela está certa. Ela é a melhor com músicas. - E posso pegar emprestado o baixo do colégio. - Eu vou ajudar a Ju a escolher as músicas, e eu já tenho um teclado. - A Bia disse. - E eu... como vocês já sabem, vou ter a minha linda e querida guitarra, para inaugurar fora de casa! - A Carol continuou, orgulhosa de si. - E eu, bem... eu tenho a minha voz! Só não tenho um microfone, um de verdade eu quero dizer... só o de brinquedo da Sabrina. E posso me encarregar dos figurinos da banda... acho que já tenho super idéias. - Quanto ao microfone, não se preocupe, o colégio vai se encarregar disso. E você, - a Carol olhou para o Ricardinho. - Tem uma bateria? - Sim. E já que eu moro perto da casa da Isa... podemos ensaiar lá, oque acham? Tenho a casa só para mim quase todas as tardes. - Eu acho ótimo. - A Carol disse. - E vocês meninas, concordam? Eu apenas fiquei quieta, pois não tenho muito a dizer. Ao menos, nada que elas quisessem ouvir. A Ju e a Bia concordaram, como se o Ricardinho fosse o anjo salvador do dia. - Temos mais três semanas, até o dia do concurso. Então teremos que ensaiar ao menos, quatro vezes na semana. - Quatro vezes? - A Bia protestou. - É praticamente toda a semana! E quanto ao meu curso e as aulas de teatro? - Começamos na segunda. - A Carol encerrou o papo. Depois que nós discutimos um pouco sobre a banda, empolgadas, e o Ric voltar onde estava conversando com o Diego, o Léo, o Ian e o John, nós ficamos discutindo sobre o nome da banda. - Ainda prefiro Night stars.- A Ju estava mechendo no celular proucurando nomes para banda. - Eu acho esse nome muito cumprido. - A Carol protestou. - Gosto de Sinisters. - Eu não sou sinistra! - Eu disse. E a Carol riu. - Eu acho que seria melhor Girls. é fácil de decorar, e é bem original. - Bia, esqueceu que temos um garoto na banda? - Eu lembrei ela. - Além do mais... Garotas não é tão original. - Não gostou? Então, Isa diz aí, qual é o seu palpite? - Amm, eu acho melhor... - Eu não parei para pensar muito bem nisso antes, porque eu estava com o pensamento em outro lugar. Do outro lado do pátio. - Que tal The amity? Todas me olharam querendo me m***r, por dizer um nome tão estranho para uma banda, quando elas esperavam melhor de mim. Mas eu as ignorei e continuei: - A amizade. Porque tirando o Rick, que eu não sei ele, é a amizade que importa para nós. - The amity? - A Bia parou para pensar - Acho chique, e muito original. Acho que posso me acostumar. - Eu acho muito inspirador. Você tem certeza que pensou nisso agora Isa? Porque é marah! - a Ju disse, empolgada, enquanto digitava algo no celular. - Vou criar uma página para a nossa banda agora mesmo. - Eu achei um pouco fofinho demais... mas é novo, e é bem marcante... já estou até imaginando eles chamando a gente para abrir o show do AC/DC... ''E agora... chamando ao palco... The Amity! Ela riu, e todas rimos com ela.
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