ELLA. Três dias passaram-se e foi o suficiente para os três se acalmarem. Tempo suficiente também, para eles pararem de chamar-me de inconsequente, e voltarem ao normal e o suficiente para eu festejar que matei o filho da mãe, que simplesmente tirou tudo de mim, sem remorso algum. Mesmo sabendo que com certeza ele está morto, eu não festejei tanto quanto achei que o faria, afinal esses simplesmente sumiram, novamente. E garantidamente, matá-lo desse jeito, não era o meu objetivo. Eu queria torturá-lo, do mesmo jeito que ele fez com o meu pai, eu queria enfiar uma faca no seu peito e abrir o seu corpo lentamente ao som dos seus gemidos. Eu queria escutar ele pedir perdão pelo que fez, eu queria que ele mesmo me dissesse para onde ele levou a minha mãe. E da mesma forma que eu não con

