Salvatore Riina. - Pai, está tudo bem? - eu levanto o meu olhar para o Stefano na minha frente e suspiro, pousando a peça de xadrez. Com mais questões do que gostaria assombrando a minha mente. A memória daquele filho da p**a que eu matei como merecido consegui me atrapalhar, mais do que devido. Mesmo morto aquele cazzo de mierda do Bourne consegue ser inoportuno e insuportável. A possibilidade da filha dela estar viva é escassa, porque eu mesmo me certifiquei que ela estava morta, e verifiquei até os seus restos mortais, pessoalmente, para garantir que nem a linhagem dele permanecesse no mundo que eu controlo. Mas tudo nela, atrai desconfiança. Tudo nela atrai aquele vagabundo para a merda da minha cabeça que quase foi rebentada por um filho da p**a que teve o azar de morrer antes

