📓 NARRADO POR JAMILLE O corpo dele era um muro contra mim, e eu sabia que se ficasse mais um segundo presa naquele beijo, ia me perder inteira. A língua dele me dominava, os dedos enterrados na minha b****a me deixavam sem fôlego, e cada investida parecia prometer que eu ia gozar ali, na escada, como uma qualquer. Mas eu não era qualquer. E eu queria torturar o meu chefe até ele implorar. Empurrei o peito dele com as duas mãos, forte o bastante pra afastar aquele corpo enorme. A respiração ainda estava descompassada, os lábios latejando da mordida, mas eu ergui o queixo e sorri torto, maldosa. — A festa nos espera, chefe. — falei, a voz carregada de desafio. — Ou você acha que eu vou gastar esse fogo aqui, numa escada suja? Ele franziu o cenho, o maxilar travado, o p*u ainda erguido,

