Mas ele agarrou a minha perna novamente. Gritei devido a uma nova onda de espasmos dolorosos. Eu estava arqueando, me contorcendo, m*al conseguia me controlar. Com dificuldade consegui colocar a perna livre em algum lugar na região da virilha de Damião. Pela tentativa fracassada, ele pegou a outra perna e prendeu-a ao lado do corpo com o cotovelo. — Tenha em mente, Elizabeth, que tenho todo um arsenal de punições aparentemente inofensivas. Da próxima vez, pense dez vezes antes de me irritar deliberadamente. Porque só vou parar quando perceber que você entendeu tudo completamente. Mordi o lábio para não gritar de desespero: vou ser obediente, vou ser uma boa menina, pare! Que bastardo! Eu não sou a cachorrinha dele! O canalha não iria me poupar. Será que realmente me fará cócegas até me

