Luiza narrando Tinha passado uns dias depois de tudo, eu estava melhorando, mas não posso dizer que estou cem por cento, acredito que poderá se passar a vida toda e eu nunca estarei curada do que aconteceu comigo... Mas eu precisava levantar e seguir em frente, tinham pessoas na minha vida que precisavam me ver bem. E eu estaria bem, mas não curada. Desci até a cozinha e meu pai que estava fazendo almoço, eu amava ver ele na posição de cuidar da gente, ele sempre fez questão de deixar minha mãe descansar quando ela precisava. Abracei ele e ele sorriu - Bom dia pai. - Bom dia Lu... dormiu bem? - Dormi, dormi a noite toda - Isso é bom. - Sim. Acho que eu preciso sair um pouco, me distrair. - Com o Felipe por aí? não, é melhor você ficar em casa. - mas pai, eu vou enlouquecer se e

