Capitulo 2.4

1039 Palavras
– Vocês o matarão, e não ficaram com nada além de seu sangue e sua morte em suas mãos. – Disse Thalys. - Além de condenar a si mesmos, estão condenando a todos que serão sacrificados a eles. – Disse Thalys. - Vocês não são e nunca serão livres depois disso. – Disse Thalys. - Nunca se esquecerão desses dias em diante, e este dia, será o dia verdadeiro, onde jamais irão esquecer. – Disse Thalys. - Vocês são ignorantes em pensar o contrário. – Disse Thalys. Superman soltou Lois, e socou o chão. - Maldito, seja esses demônios. - Rosnou. Certo. – Disseram cada um dos heróis parando, e soltando seus oponentes. - Certo. – Disse Thalys. Eles ficaram parados, e houve uma rachadura no chão, seguindo Thalys, o homem soltou uma bomba de kryptonita fumaça e um antídoto em direção a todos ali, que tossiram e se recomporem depois de alguns minutos. - Vocês não irão matar mais ninguém? – Questionou Thalys. Eles ficaram com cara de envergonhados, e olharam em direção a Joker, que foi amarrado e contido e levado em direção a uma espera de uma ambulância. Quando a terra tremeu mais surgindo uma rachadura, que aumentava com uma cratera que afundava com tudo, e com eles, o primeiro a cair, foi Thalys.  Kal. – Gritou Thalys. Caindo no precipício. Todos gritaram em seguida, mas tentaram recuar, quando viaturas foram levados em direção a crateras que se formava e se alastrava, levando tudo com ele em direção ao precipício. - Thalys. – Gritou Superman, suas mãos, mas sendo erguidas em direção a sua, mas sendo levado, Superman voou em sua direção para o pegar, mas surgia um brilho verde. - Não. – Disse o homem de aço, que perdeu seus poderes, cada vez, que caiam em cima de Thalys. - Kryptonita. – Disse Thalys, a primeira ao perfurar, do ombro até o estomago, Thalys ofegou, ao que bateu a cabeça em direção a várias extremidades, e uma rocha pontiaguda ao final da rachadura, e das extremidades, ele caiu em direção ao chão, com um baque de quebrar os ossos. Deus, todo o peso de Superman junto a duas rochas, que perfuraram ele na horizontal, de uma perfeição torta, entrando do estomago entre as vertebras e a coluna, e outra, quase arrancando o seu pulmão o perfurando e em direção ao seu ombro quase arrancado de seu braço. Estava sangrando, alguma parte perfurando o ombro de Superman, apenas a parte de cima, furando, não era um furo e um ferimento tão extenso quanto a de Thalys, ambas perfuraram a sua vertebra e coluna. Thalys teve um blackout, ele se viu entre uma luz, e ofegando em seguida e outro blackout, ele viu a si mesmo em um rio de sangue, cuspindo e vendo alguém o puxar. Àquela hora, ele estava nu, haviam flashs de luz, que o levaram em direção aquele rio vermelho e a sua companhia, um belo homem andrógeno de cabelos brancos, que saiam e o puxava do rio. Thalys voltava a realidade e se via num mar de dor, ele tentou falar, mas saia sangue. - Thalys você está comigo? – Questionou Superman. - Eu vi uma luz tão bonita. – Disse Thalys. – Eu confio que você vai fazer a coisa certa. - Thalys, fica comigo. – Disse. - Você é bom. – Disse Thalys - Ela está me chamando. – Disse Thalys. - Thalys. – Disse Superman, ele estava preso a Thalys, não teria força. - Não vá. – Disse Superman, ele ouvia um gorgolejar de sangue, e o coração deu um baque, ele levantava a mão que não foi perfurada e se movimentava, ele viu uma pessoa o puxando, pela mão. - Venha comigo... – Era tudo que Thalys ouvia, antes do coração parar. - Eu amo você. – Disse Superman, mas já era tarde, seu coração já não batia. Foi tarde, mas o resgate, chegou, Wonder Woman, chegou ajudada por outros paramédicos e heróis, que tiveram que usar uma serra elétrica para puxar o homem de cima do outro. Em seguida o arrancar sem precisar outro trabalho desconectar o homem de Superman. A tecnologia convencional não poderia salvar o homem já morto, ambos os heróis, não desistiram. O coração estava parado fazia pouco mais de vinte minutos ao final do processo de resgate. Eles o reanimaram em direção ao desfibrilador. - Eu não sei o que fazer. – Disse um paramédico. – Eles olharam em direção ao homem morto. - Diana. – Disse Superman. – Você me ajuda? – Questionou o homem de aço. - Qualquer coisa. – Disse Diana. - Uma cópia do raio purpura. – Disse Superman. – Podemos trazer ele de volta. – Disse Superman. A tecnologia, e a ciência tradicional, não poderiam fazer, nada estava além da salvação, ele precisou ser costurado, mas se ele voltasse, ele seria um vegetal. Eles voaram em direção a Fortaleza da Solidão, e o colocaram em um tanque de reanimação suspensa. O computador e os robôs fizeram sua missão. - Ele poderá não acordar. – Disse seu computador. - Não. – Disse Superman, eles o levaram a um tanque de reanimação kryptoniana. - Ele irá acordar. – Disse Superman. Eles levaram o homem em um tanque criogênico de Krypton, na fortaleza da solidão, não haveria salvação, mas Diana levou aquele corpo inerte em direção aos raios purpura, depois de reconectar todos os fios e reconstruir os tecidos danificados, e ligado as maquinas da fortaleza da solidão. Houve uma mensagem de emergência um ataque alienígena, bem naquela hora, os forçando a sair em direção a luta. Passou exata uma semana, até que foi o fim do ciclo de duas semanas, Superman se prontificou em ficar ao lado de Diana na fortaleza da solidão, eles estavam monitorando Thalys. O homem que estava em um tanque kryptoniano, com uma mangueira de oxigênio, com um suporte de vida, ainda com boa parte de seu corpo sendo reconstruído e reconectado. Thalys realmente morreu, durante várias vezes, isso o fez ter um encontro com cada um deles, em outro lugar fora dos domínios da morte e da vida. Ele se encontrava em uma mesa redonda, sentado ao redor deles. - Eu morri? – Questionou Thalys.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR