Capitulo 2.6

1051 Palavras
- Qual é a aposta em si? – Questionou Thalys. - A aposta é o seguinte. – Disse Rafael. - As regras da aposta. – Disse Trigon. – Dois heróis de cada cidade ao termino de duas semanas. – Disse Trigon. - Dois heróis sem pecado de cada cidade, sendo ele puro e inocente, se matar uma pessoa de livre e espontânea vontade deve matar uma pessoa inocente sem pecado, ao final de duas semanas se eles matarem, irão receber 700 bilhões de dólares. – Disse Azazel. – Eles podem ou não matar. – Disse Trigon. – São livres para o fazer ou não. – Disse Trigon. – Eles receberão cada um deles 700 bilhões de dólares e 30 barras de ouro, para o primeiro herói, caso matem sete inocentes ao final de três dias. – Disse Trigon. - E se não matarem? – Questionou Thalys. - Não receberão nada. – Disse Azazel. - Simples assim? – Perguntou Thalys. - Simples assim. – Disse Azazel. - E se eu impedir? – Questionou Thalys. – O que eu ganho com isso? – Questionou Thalys. - Além do fato de que você impediu que alguém seja morto? – Questionou Trigon. - Voce irá salvar almas que poderão ou não irem para os meus reinos? – Questionou Trigon. – A gloria de salvar inocentes. - Três dias? – Questionou Thalys. - Sim, isso é o suficiente para trazer tudo à tona. - Tudo bem. – Disse Thalys. – Algo mais que preciso fazer? – Questionou Thalys. - Observar cada um dos heróis que podem vir a matar. – Disse Trigon. – Voce será o juiz. – Disse Trigon. - Quando irão fazer isso? – Questionou Thalys. - Agora. – Disseram. - O que...? – Mas surgiu uma fumaça e todos ali desapareceram. No segundo seguinte, ele ouviu um estrondo, e todas as televisões começaram a chuviscar, o chão tremeu, o tempo, foi tomado por uma nevoa vermelha, a sua volta, ouviram vozes. Thalys deixou tudo ali, e quando acompanhado de todos as pessoas que saíram de lá e ouviram e viram o próprio Nekron e outros heróis e por todas as cidades heroicas, acima do céu das cidades. Naquelas duas semanas depois, ele foi levado em direção a sua mansão, ele estava ali naquela caverna. Eles sentaram, Thalys percebeu que estava nu, mas não havia importância. - Eu fui incluído nesta aposta. – Disse Thalys. – E agora? – Ele questionou. - Voce sabe que temos uma história a contar. – Disse Mamon. Há eras nós fazemos aposta. – Disse. – E nós vamos contar a você qual é. – Disse Mamon. Haviam histórias antigas entre os mais antigos, os demônios e os deuses, antigas entidades. Ao que eles sabiam sobre uma divindade que era uma grande apostadora. Eles sabiam que ele era um mediador e testemunhas de grandes apostas, e se tratava a respeito de uma divindade há muito tempo esquecida. Essa divindade que se autoexilou destes mundos para outros mundos desconhecidos, e as antigas histórias contavam que ela era a maior apostadora, mas que sua roda de apostas, eram feitas em um antigo castelo sobre as águas e os espelhos das dimensões. De tempos em tempos, durante grandes reviravoltas e acontecimento que ela mandava convites entre cada um dos reinos de cada demônio que ao aceitarem os convites deveriam ir para o local das águas míticas que era entre as fronteiras, deveriam se ater as regras... Sim haviam regras, mas era estabelecidas pelos espelhos que mandavam a muito tempo, um aceite entre as nevoas vermelhas e espelho, havia a regra que não poderia ser quebrada. Eras que não viam a sua anfitriã, que concedia as apostas de tempos em tempos. Ela era famosa por mostrar cada um dos espelhos que mostravam possíveis futuros e mundos para cada solução, entre estes mundos, eles escolhiam um avatar ou mediador, seria seu julgador ou juiz. Os motivos exatos de seu autoexílio era sendo a guardiã do mundo espiritual da porta dos fundos, por assim dizer, mas mesmo isso não impedia as apostas entre os mais antigos, demônios eram seus maiores colegas de apostas. Ali estavam a maior aposta desde tempos antigos. Obviamente Paul Lovecraft Count e Metrópoles era o antro das apostas dos demônios, eles se divertiam às custas de outros humanos. Ali ao ver de Trigon, Lucifer, Mamon, Miguel, Rafael, Azazel, Neron, Spectro Nekron e Phantom Stranger que estavam sentados no que seria uma sala circula entre nevoa, mármore branco, pilares e poços brancos, que no centro daquela mesa havia uma poça branca com um reflexo de uma pessoa, entre vários espelhos. Estão reunidos aqui, porque aceitavam meu convite. – Disse a voz cristalina em meio a um rio de vários riachos e cascatas ao redor do que seria um mundo de nevoa. - Então, qual é a aposta? – Questionou. - Primeiro vamos nos ater as regras... Eu escolherei um mediador, que irá ser o meu representante, vocês o irão obrigar a seguir as regras estabelecidas. Será um homem mortal que perdeu tudo, e estava a poucos meses ou anos de sua morte, ele deverá ser um guerreiro o mais forte entre os mortais e não poderá ter poderes. Vamos escolher duas ou mais cidades, iremos enviar nossos avatares, e escolheremos um representante, que irá agir a favor de cada um de nós. – Disse a voz.  - No meu caso eu escolho o humano, que perdeu tudo, e que com isso, perdeu a fá na humanidade, aquele que lutou por ela há muito tempo, e terá sua vida perdida por ela. - Eu usarei e vocês o usarão. – Disse. A regra é o induzir a apostar. – Disse. – Convocar ele a um lugar que seja neutro e o ater as regras. - E se ele ganhar impedir que o que nós fizemos, as almas de todos eles, serão minhas, e eu o escolherei como meu. - Voce poderão escolher quem quiser e influenciar a todos ali, poderão usar as suas artimanhas, mas ela não poderá usar de meu, apenas seus próprios recursos sem poderes. Vocês apostarão comigo o seguinte, perante as regras... Uma ou mais almas benditas, sendo elas puras e sem pecados, num prazo final de sete dias corridos, sem descanso, eles poderão matar uma ou mais almas benditas.
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