O clima havia mudado. Novamente, a chuva começou a cair sobre a grama verde. Eliote continuava a beira do lago, sem saber o que realmente fazer. Apesar de todas as memórias que recebera, tinha certeza que não iria m***r a garota, ele não era o d***o.
Desperto pelo barulho de passos na mata. O garoto olhou para traz, vendo Amnie andando até ele.
– Amnie! Você está bem? – Eliote se levantou para abraçá-la. A mulher continuou calada.
– Decidi que podemos olhar mais além e descobrir novos lugares por aqui. O que acha? – Continuou.
– Você precisa sair daqui, Eliote. – Amnie olhou em seus olhos, sorrindo. A mulher tentava esconder a cara de choro.
– Não preciso, Amnie.
– Precisa sim! Eu preciso, todos precisam! – A garota se exaltou.
– Você sabe que não vou te m***r. Eu não faria isso apenas para sair daqui.
– E para me libertar?
Eliote ficou calado.
E assim se fez, o d***o azul fez sua ultima vítima dentro dos ciclos. Com uma adaga, Eliote tirou a angustia de todos aqueles seres que viviam ali, mas continuaria amargurado pelo resto da eternidade. A prisão se fechou e o d***o voltou para a real Lumbria. Com a morte de Amnie, descobriu que sua amnesia havia sido imposta por sí próprio ao não aguentar as verdades que descobrira com o oráculo.