Gabriel Já era pra ela estar aqui. Na p***a desse quarto. Na p***a dessa cama. Mas não. Ela ainda tá com ele. Com Caio. Meus punhos estavam cerrados, os dentes travados. A raiva subia no peito como lava prestes a cuspir fogo. Fiquei andando de um lado pro outro, o chão de madeira rangendo sob minhas botas, enquanto Reginaldo se encostava na parede, fumando um cigarro como se tudo estivesse em paz. — Que p***a tá acontecendo, Reginaldo? — rosnei, o olhar fuzilando ele. — Tu disse que era questão de dias. Já passou uma semana, c*****o. Ele soltou a fumaça devagar, me encarando com aquele ar calmo dele que só me dava mais vontade de socar a cara dele. — Tá tudo no controle, Gabriel. — Controle? — cuspi a palavra, dando um passo na direção dele. — Enquanto tu segura essa p***a de “pla

