— Izzi! — era assim que minha mãe me chamava — Volto às três... Chloe está com a vizinha e Theodor chegará logo, quero que você busque sua irmã e sirva a cerveja dele. — m***a! — gemi sem vontade — d***a! — Não reclame, é ele quem paga as suas contas! — advertiu severamente — Deus sabe o que tive que suportar até o encontrar! — ela não ligava para o que eu passava, sabia que quase todas as noites ele ia ao meu quarto para fazer sempre a mesma coisa. — Um dia... — olhei para ela, sem o menor remorso em dizer aquelas palavras. Tinha quatorze anos, mas já estava de saco cheio de tudo aquilo — Vou embora desse inferno que você chama de família! — quando terminei de falar isso, senti o ardor e a dor do t**a que ela me deu. Com os olhos cheios de lágrimas corri para meu quarto e pedi a Deus

