— Apenas não me deixe... — não tinha intenção de deixá-lo, mesmo que me pedisse. Nathan se afastou do nosso beijo e me encarou. Por um momento fiquei sem entender o motivo, até sentir o calor de suas mãos no meu rosto — Sua pele é tão macia! — não durou muito aquele toque, ele sabia que ainda existiam limites entre nós dois e respeitava isso. — Queria poder fazer esse toque durar... — sorri, deixando as lágrimas descerem — Mesmo que seja por tão pouco tempo, é em seus braços que quero estar. — ele me observou com paixão. — Queria poder tocar e abraçar você, quando e como eu quisesse... — suspirou pesadamente, olhando bem no fundo dos meus olhos — A cada minuto e a cada segundo que quisesse. Quero amar você, Liz. — seu polegar acariciou meus lábios e um arrepiou tomou conta do meu corpo

