Em uma tarde de sexta-feira fui liberada. O dia estava calmo, mesmo com toda a agitação de Nova Iorque. Tudo que eu queria era me livrar do cheiro de hospital e ter uma boa noite de sono. Depois de jantar ao lado de Nathan, que mesmo sendo cuidadoso comigo, não se aproximava além de um toque em minha mão, ou segurar meu queixo com as pontas dos dedos para me dar um beijo rápido. Até quando eu ainda estava internada no hospital, Nathan cuidou para que todos da equipe fossem mulheres, não por ciúmes, mas por medo. E eu agradeci e o amei ainda mais por esse cuidado, mas ele se culpava, via em seus olhos que se sentia muito m*l pelo que aconteceu. — Posso ficar no meu apartamento... — reclamei olhando f**o, Nathan fez questão de me levar para seu apartamento e depois de uma longa discussão, e

