Christopher A noite com Dulce foi perfeita, como todas as outras noites que eu passei com ela. Era bom poder sentir o seu sabor sem sentir nenhum peso. Por mais diferente que ela estivesse, estava aos poucos voltando a ser a mesma Dulce de antes. O último passo era que a Água devolvesse sua alma. Acordei na manhã seguinte e sem abrir os olhos, corri minha mão pelo colchão esperando tocar a Dulce, mas ela não estava lá. Levantei depressa, vesti uma cueca e saí correndo para procurá-la pela casa. E lá estava ela, vestindo uma de minhas camisas, sentada sobre o balcão da cozinha, tomando um café que ela mesma havia preparado. — Bom dia! — sorriu. — Bom dia! — eu sorri com alívio. — Achei que você tivesse ido embora. — Christopher, você pode confiar em mim. — Eu estou tentando. —

