Capítulo 11

708 Palavras
Thomas Essa frase me traz de volta para a realidade, eu digo: __Melinda... Ela me encara agora, meio desconfiada ao seu jeito e ao não me ouvir completar a frase ela questiona: __O que foi? O que ia dizer? Eu olho para ela por um tempo, me lembro de muitas coisas que passamos juntos e como ela estragou isso tudo de uma forma c***l e apenas resolvo continuar com a minha proposta de antes, conversar com ela quando ela estiver aqui. Então digo: __Nada, eu só ia dizer que adorei que tenha me surpreendido assim. Ela sorri agora e diz: __Tudo bem, adoro fazer isso pra você. Ela então como sempre diz que está atrasada para alguma reunião e eu apenas fico olhando ela se levantar e dizer que precisa de um bom banho. Ela sorri pra mim, joga beijo e se despede dizendo que nos falamos em breve. Ela encerra a chamada, eu caio de costas na cama mais uma vez, queria muito que nada disso estivesse acontecendo, mas não muda o fato de que ela está me escondendo alguma coisa e alguma coisa r**m e que vai acabar com tudo entre nós. Me dou conta de que preciso de outro banho, pelo menos estou um pouco mais saciado do que venho estado esses últimos dias. Pego meu celular e vejo que a garota e respondeu, posso ler na barra de notificações que não vi durante a chamada de vídeo com Melinda, pelo horário ela me respondeu um tempo depois que enviei a mensagem, vejo a resposta, ela está interessada sim e ainda questiona por que não respondi. Respiro fundo, o que eu faço agora? Decido tomar meu banho e assim que termino escolho preparar alguma coisa para meu café da manhã. Algum tempo depois, de terminar meu café ainda não sei como vou fazer pra resolver isso. Quero ajudar ela de alguma forma, sei que posso fazer isso sem segundas intenções, apesar de já ter até mesmo me masturbado pensando nela. Respiro fundo mais uma vez e digito: Eu: Desculpe a demora Eu: Como quer fazer isso? Ela logo visualiza e digita: Número desconhecido: A gente pode se encontrar em algum lugar? Não esperava que ela quisesse isso logo assim de cara, mas se quero mesmo convencer ela a fazer isso da maneira certa, ela tem razão então digo: Eu: Escolha um lugar público onde você conheça as pessoas. Eu: Essa é a maneira certa de conversar com um desconhecido. Eu: Não que eu vá te fazer algum m*l. Eu: Mas é melhor assim. Ela logo responde: Número desconhecido: Tudo bem. Número desconhecido: Sei que não deveria dizer isso, mas confio em você Número desconhecido: Obrigada pela dica. Número desconhecido: Quando pode me ver? Número desconhecido: Poderia ser agora? Shane Ele aceitou ir me encontrar daqui a pouco numa cafeteria relativamente perto da minha casa, depois disso posso inventar uma desculpa para meu pai sobre porque cheguei de Uber e não com as meninas com as quais saí. Olivia Paulson não precisa saber dessa parte da minha vida e eu não poderia dizer a ela que vou me encontrar com um professor mais velho que está querendo me dar aulas particulares sobre sexualidade. Ela não deixou isso totalmente claro, mas pela forma como ele tem falado comigo, acho que ele só aceitou por esse motivo. Eu não vou ficar questionando, só o fato de poder me encontrar com ele pessoalmente mais uma vez já me deixa totalmente extasiada. Depois de andarmos pelo shopping e eu tentar me distrair e não ficar tão nervosa quanto estou, percebo que já está bem próximo da hora em que marcamos de nós encontrar. Depois eu explico pra ele o motivo de eu ter marcado isso tão em cima da hora assim, não quero que mais uma vez ele pense que sou uma desesperada. Dessa vez o motivo não é esse, é que seria mais difícil sair de casa hoje novamente sem uma boa desculpa para dar ao meu pai. Depois de muito andar por diversas lojas, paramos e pedimos um lanche. Checo mais uma vez meu celular para ter certeza de que o professor Thomas ainda não me enviou nenhum mensagem desistindo do encontro.
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