Queimando Tudo

1325 Palavras
A manhã após a festa na casa de veraneio era um engano, com o sol brilhando calmo e o mar sussurrando como se nada estivesse em chamas. Mas, para Melissa, tudo estava pegando fogo. Ela m*l dormira, a mente girando com a imagem de Daniel com Clara — as estocadas brutas, os gemidos dela, o jeito que ele a dominava contra a parede. E, pior, o jeito que ele a olhara na festa, com ciúme e desejo, mesmo enquanto tentava se convencer de que ela era só sua “garotinha”. Melissa tentara apagar o fogo com Jace, deixando-o tocá-la, gemendo sob suas mãos, mas cada toque só a fazia querer Daniel mais. Ele era seu primo, seu protetor, mas também o homem que fazia seu corpo gritar.Ela estava na varanda, tomando café, o biquíni preto coberto por uma camiseta folgada que pertencia a Daniel — o cheiro dele ainda impregnado no tecido, torturando-a. Seus olhos azuis vagavam pela praia, onde Bianca, Ana e Lucas brincavam no mar, enquanto Henrique preparava um churrasco. Jace estava por ali, jogando charme, mas Melissa m*l prestava atenção. Seu olhar estava preso em Daniel, que consertava uma cadeira na varanda, sem camisa, o suor brilhando nos músculos, cada movimento dele uma p***a de um convite ao pecado.“Mel, você tá no mundo da lua,” Bianca gritou do mar, rindo. “Vem nadar ou vai ficar aí babando?”Melissa forçou um sorriso, mas seu corpo estava tenso, o coração acelerado. Ela sabia que Daniel a observava, mesmo que disfarçasse. E, c*****o, ela queria que ele olhasse. Queria que ele cedesse. Mas ele parecia determinado a manter distância, como se a noite com Clara tivesse reforçado que ele precisava protegê-la, não possuí-la.Daniel, por sua vez, estava no inferno. Cada vez que via Melissa — o jeito que a camiseta dele caía sobre as coxas dela, os olhos azuis brilhando com um fogo que ele não queria nomear —, o desejo o cortava como uma faca. Ele tentara apagá-la com Clara, fodendo-a com força na festa, mas cada estocada só o fazia pensar em Melissa, nos gemidos dela com Jace que ouvira na noite anterior. Ela tá com ele. Ela me esqueceu. Ela é minha garotinha, não minha mulher. Mas a mentira não colava. Ele queria arrancar aquele biquíni, jogá-la na cama e fazer ela gritar seu nome. E isso o estava matando.A noite trouxe uma trégua falsa, com o grupo reunido para um jantar na varanda, mas a tensão entre Melissa e Daniel era como eletricidade no ar. Ela usava um vestido leve, branco, que grudava na pele úmida do calor, o decote mostrando o suficiente para fazer Jace babar e Daniel cerrar os punhos. Ele evitava olhar, conversando com Clara, mas seus olhos traíam, voltando para Melissa, que ria alto com Jace, deixando-o tocar sua coxa sob a mesa.Após o jantar, o grupo se espalhou, alguns indo para a praia, outros para dentro da casa. Melissa, inquieta, subiu para o quarto, o corpo ardendo de frustração. Ela queria Daniel, queria ele de um jeito que a assustava e excitava. E, quando ouviu passos no corredor, soube que era ele antes mesmo de abrir a porta.Daniel estava lá, parado, os olhos castanhos faiscando na penumbra. “Tá fugindo de mim, Mel?” ele perguntou, a voz grave, quase um grunhido.Ela cruzou os braços, o vestido subindo, mostrando as coxas. “Eu que deveria perguntar isso. Tá tão ocupado com a Clara que m*l fala comigo.” O ciúme escorria da voz dela, e ela não tentou esconder.Ele deu um passo à frente, tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele. “Você tá com o Jace,” ele disse, a voz tensa. “Achei que era isso que você queria. Que tinha me esquecido.”Melissa riu, amarga, mas o t***o a traiu, fazendo sua voz tremer. “Esquecer você? p***a, Daniel, eu tento, mas não consigo. Eu te vi com ela. As estocadas. O jeito que você a fodia. E tudo que eu penso é que quero você me fodendo assim.”As palavras o acertaram como um soco, e ele gemeu baixo, os olhos escurecendo. “Você não sabe o que tá pedindo, Mel,” ele disse, mas a voz era puro desejo, e ele não recuou. “Você é minha garotinha. Eu devo te proteger, não… não isso.”“Para de me chamar de garotinha,” ela retrucou, dando um passo à frente, os s***s roçando o peito dele, o vestido fino m*l uma barreira. “Olha pra mim, Daniel. Sou uma mulher. E quero você. Quero sua boca, suas mãos, seu p*u. Quero tudo.”Ele respirou fundo, os punhos cerrados, o corpo tremendo. “p***a, Mel, você tá me matando,” ele grunhiu, e antes que pudesse se segurar, agarrou o rosto dela, os lábios colidindo em um beijo que era puro fogo. A língua dele invadiu a boca dela, faminta, e Melissa gemeu alto, as mãos puxando a camisa dele, rasgando botões na pressa.“Você quer isso?” ele rosnou, afastando-se apenas o suficiente para encará-la, os olhos brilhando de t***o. “Diz que quer, porque se eu começar, não vou parar.”“Quero você, Daniel,” ela disse, a voz rouca, os olhos azuis faiscando. “Me fode. Me faz sua.”Ele não precisava de mais. Com um grunhido, ele a levantou, as pernas dela envolvendo sua cintura, e a jogou na cama, o vestido voando para o chão em segundos. Ela estava só de calcinha, o biquíni já esquecido, e Daniel parou por um momento, os olhos devorando o corpo dela — os s***s cheios, a cintura fina, as coxas que pareciam feitas para ele. “c*****o, você é perfeita,” ele murmurou, arrancando a própria camisa, o peito musculoso brilhando de suor.Melissa se arqueou na cama, provocante, as mãos subindo pelos próprios s***s, apertando-os para torturá-lo. “Então vem me comer,” ela disse, a voz um convite safado, e Daniel perdeu o controle. Ele caiu sobre ela, a boca chupando o pescoço dela, os dentes mordiscando até arrancar um gemido alto. “Você vai gritar por mim, Mel,” ele rosnou, as mãos rasgando a calcinha, os dedos encontrando-a molhada, pronta. “Vou te f***r até você esquecer todo mundo.”Ela gemeu, as unhas cravando nos ombros dele, as pernas se abrindo para ele. “Faz isso, Daniel. Me fode forte,” ela implorou, e ele não hesitou. A calça dele caiu, e ele a penetrou com uma estocada profunda, o ritmo rápido, bruto, cada movimento arrancando gemidos dela que enchiam o quarto. “p***a, você é tão gostosa,” ele grunhiu, as mãos agarrando os quadris dela, puxando-a contra si, o som dos corpos colidindo misturando-se aos gemidos.Melissa se perdeu, o prazer tão intenso que ela m*l conseguia respirar. “Mais, Daniel, me fode mais,” ela gemeu, as mãos puxando o cabelo dele, o corpo arqueando para encontrar cada estocada. Ele a beijava com fome, a língua invadindo a boca dela, enquanto uma mão descia para esfregar o c******s dela, fazendo-a gritar seu nome. “Isso, grita pra mim,” ele disse, a voz rouca, os olhos presos nos dela. “Quero que todo mundo saiba que você é minha.”Eles se moveram juntos, o fogo consumindo tudo — culpa, tabu, medo. Cada estocada era uma promessa, cada gemido uma confissão. “Eu te amo, Mel,” ele murmurou contra os lábios dela, o ritmo desacelerando por um momento, o amor misturando-se ao t***o. “Você é minha, sempre foi.”“Te amo, Daniel,” ela respondeu, os olhos azuis brilhando com lágrimas e desejo, e eles gozaram juntos, os corpos tremendo, o quarto cheio do som dos gemidos e da respiração ofegante.Quando caíram na cama, suados, entrelaçados, a culpa voltou, mas o fogo ainda queimava. Eles sabiam que não podiam voltar atrás. Não queriam
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