"Siena, você está com medo tanto quanto eu?" perguntei a ela enquanto dirigia pelo estado dos Lamberti. Precisei de muita coragem para vir aqui, e me senti culpada por ter mentido para o meu pai. Matteo nunca teria concordado com isso, e eu sabia que em algum momento ele descobriria, mas eu deixaria que ele descobrisse quando já não pudesse mais me impedir. Tudo que Siena fez foi dar seu gritinho de sempre, e eu estava literalmente contando os anos até que ela finalmente pudesse dizer algo. Toda essa situação seria mais fácil se ela realmente tivesse voz nessa história. Será que ela superaria o pai traidor? Estava totalmente determinada a evitar Christian, mas hoje não tinha escolha senão enfrentá-lo. Eu não fugia dele porque o odiava; evitava-o porque queria odiá-lo. Queria odiá-l

