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2293 Palavras

FRANCINE Sufoquei o sorriso que estava doido para brincar em meus lábios, porque no timing perfeito Diego entrou, justamente quando vieram deixar sua bebida. Eu não estava brincando quando disse aquilo; sobre pedir sua bebida favorita com gelo. Quando ele avisou que estava chegando eu chamei o garçom. Conforme se aproximava pude notar a tensão irradiando dele, era perceptível, quase palpável. A carranca também estava lá para quem pudesse ver. — Boa noite! Ambos os irmãos o olharam. Igor estampou uma careta zombeteira no rosto e Helô sorriu respondendo educadamente. Já eu, não conseguia me conter, conter meu nervosismo, afinal, não nos víamos há dias e meu corpo, eu toda, implorava por ele, por um mínimo toque que seja. Por esse motivo precisei de todo meu autocontrole para nã

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