FRANCINE No entanto eu sobressaltei quando o senti por detrás, sufoquei um soluço no instante em que seus dedos tocaram na região abaixo da minha nuca e foram descendo, brincando com a minba coluna, deixando um rastro de pelo eriçados. Estávamos no canto, mas ainda seria bastante notável. A outra mão apertou minha cintura antes dele espalmá-la sobre minha barriga onde fez uma leve pressão, como se me empurrasse levente para trás assim eu encostei ainda mais nele. Não sabia o que era respirar, por Deus. Com os lábios entreabertos, tentava puxar o ar de volta para os pulmões mas a maldita mão, que saira das minhas costas naquele instante já se aventurava na barra do vestido. O ar quente do seu hálito soprou em meus pescoço, fechei os olhos e arquejei, senti seu sorriso. Diego estava

