Me sentei antes que Andy ou qualquer outra pessoa me pegasse ouvindo. Vou tirar essa lambisgoia do meu caminho, ela pode esperar que ela vai me conhecer, mas não como uma simples assistente, mas como a futura Sra Evans.
A ex futura Sra Evans sai da sala sozinha. Ela fica me olhando, me analisando. Fico esperando ela dizer alguma coisa, mas não fala.
- Deseja alguma coisa Srta? Questiono e ela continua com sua cara de Merda.
- Srta Wood, a futura Sra Evans para você. Levanto minhas sobrancelhas gargalhando por dentro. Isso não vai acontecer.
- Deseja alguma coisa Srta Wood?
- Cadê Andy? Ela se senta na mesa de Andy.
- Foi almoçar. Respondo simples, porém escuto saltos, tenho certeza que é a outra rabugenta.
- Srta Arabella, como vai? Andy chega cumprimentando a mesma.
- Estou ótima, Andy. Estou vendo que você tem uma amiga aqui, e que não usa uniformes como vocês. Arabella fala olhando para mim.
- O uniforme dela foi entregue hoje, não precisa se preocupar que amanhã mesmo ela estará como as pessoas que trabalham aqui. Pego minha bolsa, sorrindo dessas duas. E ela não é minha amiga, somos colegas de trabalho. Olho para Andy e me levanto. Vou te dar um presentinho na hora da reunião. Passo por elas escutando as mesmas gargalharem. Quem rir por último rir melhor.
Vou para o restaurante perto da empresa e como uma salada com carne grelhada. Fico pensando em passar em uma farmácia e comprar um presentinho para Andy. Vamos ver quem vai participar da reunião de hoje.
- É Andy, acho que seus dias estão contados como secretária titular. Você só precisava ser mais tranquila, menos rabugenta. Você e sua Srta Arabella vão tudo para o raio que o parta.
Passei na farmácia e comprei um remedinho bem potente para Andy. Ela ficaria louca e quem sabe assim tomava jeito, sorria mais, tirava esse lado rabugento dela. Volto super feliz para meu trabalho. Meu celular toca e é Hailey.
- Oi amiga, como vai? Digo animada pelo que vai acontecer daqui a pouco.
- Vou bem e você?
- Ótima. Digo chegando na minha mesa e Andy me olhando.
- Amiga, vamos para New York comigo nesse final de semana? Papai liberou o avião e eu preciso ir no evento lá, porém não quero ir sozinha. Hailey e seus eventos.
- Vamos ficar em New York só sábado?
- Não, passaremos o final de semana lá.
- Tudo bem Hailey. Eu vou com você. Me liga depois para marcarmos a hora que vamos.
- Obrigada Mila, obrigada por ir comigo. Eu não queria mesmo ir sozinha.
- Vamos só nós duas? Perguntei porque Hailey tem umas amigas meio esnobe. Suzan e Liliene, são umas esnobes, vivem querendo me rebaixar por eu não ter dinheiro, mas eu não me deixo abater e muito menos deixo elas pisarem em mim. Liliene uma vez dormiu na casa de Hailey junto com a gente, tentou me humilhar tanto por eu não ter a mesma condição social dela que esperei ela dormir revoltada, porque disse umas verdades para ela sobre ser tão feia e ainda não arrumar ninguém, que piquei o cabelo dela todo. Claro que no outro dia ela surtou, não entendendo o que estava acontecendo, pois cortei de um jeito que ela pensasse que o cabelo dela estivesse caindo natural. Ela se desesperou durante o banho e os gritos pela casa de Hailey foi demais.
- Mila, você está aí? Hailey me tira dos meus pensamentos e eu acabo sorrindo.
- Sim. Desculpe. Mas o que você disse mesmo?
- Só vamos nós duas. Ela afirma e eu fico feliz.
- Que bom. Então me ligue ou eu te ligo na sexta feira. Agora tenho que voltar ao meu trabalho.
- Então tá, deixa eu ir. Até sexta amiga, e obrigada de novo, por ir comigo.
- De nada. Nos vemos. Beijos. Desligamos.
- Quando entrar aqui não fique falando ao telefone coisas pessoais. Aqui é seu ambiente de trabalho. Andy fala e eu reviro os olhos. Não digo nada, porque ela vai descer dessa pose de ótima funcionária daqui a pouco. Ela se levanta e com uns papéis nas mãos e entra na sala do chefe. Aproveito e vou rápido e pego a garrafa de água dela. Coloco o pozinho mágico e me sento rápido na minha cadeira. Era só esperar que tudo desse certo.
Vou na sala de reunião que seria feito com os j*******s e já arrumo tudo. Coloquei água, peguei com Marla as garrafas de café, xícaras, e posiciono uma a uma na mesa. Andy entra colocando papéis na mesa. Vejo ela se abanar, como se estivesse sentindo muito calor. Ela bebeu da água mágica. Saio da sala sorrindo.
Me sento em meu lugar e vejo a pilha de papéis que ela deixou na minha mesa de novo. Era só esperar para tudo dar certo. Escuto passos, e sei que é meu chefe.
- Hanni, como vamos fazer essa reunião então? Eu quero um tradutor aqui em dez minutos. Se não cabeças vão rolar, e pode ter certeza que eu não vou ficar feliz com isso. Ele passa falando e entra na sua sala. Nossa ele está nervoso. Espero que a outra pessoa do outro lado consiga o tradutor.
Andy volta para sua mesa pálida, suada, já começou o efeito, porém queria que esse efeito se entendesse na hora da reunião. Eu quero ela fora, quero o lugar dela para que eu possa ficar mais perto dele, e depois me tornar a namorada, noiva e esposa dele. Não perguntei nada, não disse nada, só fiquei ali olhando os papéis em minha mesa. O interfone dela toca e eu sei que é ele. Ele poderia tanto me chamar. Andy atende e desliga.
- Nós duas lá dentro agora. Ela fala e eu estranho, mas me levanto e entro junto com ela.
- Srta Jones, soube que a Srta sabe a língua japonesa. Fala fluentemente?
- Não. Fiz um curso básico. Falo a verdade. Não quero passar vergonha na frente dele e nem de ninguém.
- Consegue traduzir termos de negociação básicos? Números, contratos?
- Sim Sr.
- Ótimo. Você estará na reunião junto comigo e Andy. Fico surpresa, mas essa é minha deixa. Eu preciso tentar me aproximar dele o máximo possível. Andy, você está bem? Ele indaga, e Andy fica limpando o suor no rosto.
- Sim Sr. Deve ser algo que eu comi.
- Ok. Dois minutos para estarem na sala de reunião. Assentimos e saímos. Fico sorrindo por dentro e Andy começa a sacudir a blusa.
- Você está bem mesmo? Não acho bom você entrar na sala de reunião assim.
- Isso não é da sua conta. Ela fala pegando sua agenda e indo para a sala de reunião. Dou de ombros, queria poupá-la, mas ela não quis, então vou estar lá dentro vendo de camarote a situação.
Entrei na sala e me sentei do lado oposto dela. A mesma não parava de sacudir sua blusa. Os quatro j*******s que estavam aqui na sala estavam percebendo que algo estava errado com ela. Porém a burra não me ouviu, mesmo querendo o emprego dela, queria que ela saísse com dignidade, mas ela acha melhor servir de palhaça na frente de todos. Então vamos ver uma dançarina de boate fazendo um Strip-tease. Ela já até começou, pois dois botões da sua blusa de uniforme já está desabotoado.
Daniel entra na sala fechando a porta. Ele olha pra mim e depois para Andy com uma cara estranha. Você não será mais problema queridinha.
- Boa tarde Srs. Ele fala e me dar sinal para começar a comunicar com eles.
- おはようございます!Todos dão boa tarde.
- Bem, eu li o relatório sobre a empresa de vocês e estou impressionado com os números, porém tem uma ressalva, pois os números são bastante elevados com poucos funcionários. Podem me dizer porque?
- さて、あなたの**に*するレポートを*んだところ、**には**しましたが、あなたは**があります。なぜなら、****が*なすぎるからです。**を*えてくれますか?Um Sr se levanta e começa a explicar que eles sempre trabalharam com poucas pessoas e que essas pessoas eram bem remuneradas para fazer por dois.
- Porém eu não trabalho sobrecarregando ninguém. Não é o lema da minha empresa e das empresas que eu compro. Eu não acredito que uma pessoa pode fazer várias funções dentro de uma empresa, mesmo porque uma empresa grande tem divisões, setores e cada pessoa é responsável por um setor.
- しかし、*は*にも**をかけません。*の**や*が*う**のモットーではありません。***に**や**があり、***が1つの**を**しているとしても、**で**の**を**できるとは*えません. Eles disseram que poderiam adequar as diretrizes da empresas Evans. Não havia nada que os impedia disso.
- Vocês estão vendendo cinquenta por cento da empresa de vocês. Sendo que cada um aqui tem uma participação minoritária. Então eu ficaria sendo o principal acionista, mas ainda não posso ter o aval de tudo na empresa. Quero sessenta por cento. Esse homem sabe jogar
- あなたはあなたの**の50%を*っています。ここにはそれぞれ***があります。だから、*は**な**になるだろうが、*はまだ***のすべてのものを**けることはできない。*は60%を*む。Os quatro homens conversam entre eles, e de repente o show começa. Andy se levanta andando um lado ao outro. Meu futuro marido a olha com ódio mortal.
Ela abre toda sua blusa demonstrando seu sutiã meia taça da cor rosa. Vejo meu chefe virar para ela.
- Suma dessa sala. Ele fala sem um pingo de humor na voz. Está irado. Os homens desviam seus olhares para Andy e ela começa a rir parecendo drogada. Na verdade está, mas ela não sabe disso, e depender de mim nunca saberá. Ela começa a dançar, e a rebolar fazendo sinal que vai tirar a saia. Ele olha para mim e eu dou de ombros e volta seu olhar para ela. Andy saia desta sala agora. Evans se levanta abrindo a porta muito nervoso. Os j*******s estão sem entender o que está acontecendo, e eu estou rindo por dentro. Ela vai para perto do nosso chefe e puxa a gravata dele. O mesmo pega ela pelo braço e coloca a mesma para fora e fecha a porta. Há, eu queria ver ela tirar tudo. Ele se senta com raiva, nervoso e puto com a situação. Peça desculpas a eles. Diga que a mesma não está passando bem. Ela fala ríspida para mim.
- *たちを*してください、*たちの***は**、この**の**さに**を*って*り*んでいません。ここに*も**を*することはありません、*たちのビジネスの***とあなたの*に**の**を*る. Eles falam entre si e eu fico olhando para meu chefinho que está respirando fundo. Os j*******s voltam a atenção para nós, e dizem que eles mantém a negociação, e porém não com sessenta por cento, mas cinquenta e cinco.
- Aceito a oferta de vocês. Podemos fechar o contrato com essas informações. Evans fala olhando para eles, mas sei que está desistindo dos cinco por cento devido ao episódio de Andy. Passo para os j*******s e eles ficam felizes com o fechamento do contrato. O contrato será redigido e até dois dias eles irão assinar. Ele se levanta se despedindo e sai da sala com muita raiva. Seu rosto está vermelho. Seus olhos estavam de um tom estranho. Ele vai matar essa mulher hoje. Gargalho internamente.
Vou para meu lugar e ela não está em sua mesa. Deve está já assinando sua carta de demissão. Amo. Ela não será mais problema para mim. Não mandei dar uma de sabidona, de rabugenta e superior para mim.