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537 Palavras

Ouvir aquilo fez meu estômago revirar. — O que aconteceu? — fiquei esperando que ele dissesse algo. —Não é nada, vamos embora logo. — ele puxou meu braço de uma vez — esse não é o Dylan, meu Dylan é bobo e atrapalhado... esse ai é uma versão dele m*l educado. — É claro que sou eu — ele passou a mão sobre meu braço, a onde ele havia apertado a minutos atrás e me pediu desculpas — Desculpe, não queria te machucar — ele ficou cabisbaixo. — Não fica assim, eu exagerei — ele nunca havia me tratado assim. — vamos passa uma borracha? Ele abriu um sorriso forçado e concordou. Entro no carro com ele e o clima ficou meio chatinho. Dylan me olhou e sorriu mais uma vez e aquilo foi um bom sinal. — Posso ligar o rádio? — pergunto querendo animar o clima. —Fique avontade. Liguei o rádio e na pr

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