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1215 Palavras
- Isso é pra você aprender a não me ameaçar. Na mesma hora Dylan aparece. - Olha o que a louca da sua prima fez - a dondoca sai da piscina choramingando porque eu acabei com o baby lise dela. Ela passou por mim e pelo dylan ainda reclamando. - Mirela você é muito malvada - Dylan sorriu sorriu - pega leve com ela. - não entendi o por que dessa calmaria toda. - Pegar leve? - pergunto com raiva - Dylan, ela vem pra cima de mim com mimimi e eu ainda sou obrigada a pegar leve? - Eu sei que a Sabrina pode se chata às vezes, mas você também não escapa disso. - Ele parou e continuou - você também maltrata muito a tia Isabela! Agora foi que deu - Isso, não é da sua conta seu i****a! - sair batendo os pés, Dylan querendo dar pitaco na minha vida, essa é nova. Entro no meu quarto e deparo-me com minha mãe mexendo nas minhas coisas. - O que você tá fazendo? - pergunto começando a ficar com raiva. - apenas procurando o carregador do notebook! - Acha que é assim? Mexer nas minhas coisas sem minha autorização?! - Essa casa é minha e eu não preciso da sua autorização para mexer em algo! - Aff, tá pega logo esse carregador e cai fora do meu quarto. - minha mãe não me ama. . Aff segunda-feira o que me lembra? Escola, se eu pudesse mandava acabar com todas as escolas do país! Ou melhor do mundo. Saio me arrastando até o banheiro, tomando um banho gelado pra ver se esse sono passa. Troco de roupa, dou um jeito no cabelo e pronto. Não gosto dessas frescuras de maquiagem e tal ainda mais para ir a escola. - Não vai tomar café? - minha mãe pergunta sentada a mesa, junto com Dylan e Sabrina. - Não estou com muita fome! - Come pelo menos uma maçã ou uma torrada. - minha mãe insiste. - Já disse que não estou com fome - altero um pouco a voz. - Já chega Mirela, não admito que fale assim com sua mãe! - meu pai levantou a voz - isso acaba hoje, exijo respeito. - Agora você também ta querendo mandar em mim. - Sou seu pai, tenho todo direito de reclamar! sua mãe colocou você de castigo e você como uma rebelde saiu, sua m*l criada, essa rebeldia acaba hoje. - vai bater em mim? - Não seria má idéia. - meu pai se levanta. - Mas não vou fazer isso. Você está de castigo e ai de você se sair dele! Outra coisa quero que respeite sua mãe, você acha que ela é o que? - fiquei de cabeça baixa ouvindo tudo e não dando um pio - me responde? Você acha que sua mãe é o que? - Pai eu... - não sei o que deu em mim. Comecei a chorar, na frente de todo mundo. Sabrina tinha um sorriso estampado no rosto - Pai me desculpa... -  choro ainda mais. - Cê toma jeito garota, vamos começar apartir de hoje a respeita sua mãe e não é a mim que você deve desculpas. Olhei para minha mãe que estava sentada, ela mantia seus olhos em suas mãos como se fosse a coisa mais interessante naquele momento. E, ela também chorava, me senti um lixo por vê-la assim. - Mãe - chamo sua atenção, me desculpa. Ela se levantou e veio até onde eu estava. - É claro que te desculpo filha, apesar de tudo você é a minha filha e eu jamais guardaria mágoas de você! - ela me abraçou e eu chorei feito um bebê. - Eu pensei que a senhora me odiava. - Porquê pensou uma coisa dessas minha filha? - ela me olhou assustada. - É que, você e o papai é Miguel isso, Miguel aquilo. Vocês sempre gostaram mais dele do que de mim! - abaixo meu olhar. - Olha pra mim Mirela - olhei pra ela secando as lágrimas que insistiam em cair - Eu trato os dois igual, só que você sempre foi muito fechada e isso dificultava minha aproximação, vamos mudar a partir de hoje? Nós somos mãe e filha e não quero que agente fique em pé de guerra o tempo todo. - Mãe me desculpa, eu fui muito c***l com você, eu te maltratei falei coisas que não devia. -  Já disse que te perdou - ela me abraçou, que pela primeira vez não me afastei, apenas chorei ali abraçada a ela e não me importei com quem estavam olhando. . Estava me sentindo tão bem, tão leve finalmente havia me entendido com a minha mãe, nunca mais vou tratá-la m*l. - Fiquei muito feliz por você, deixou seu orgulho de lado. - Dylan diz e me abraça. - Eu também. - respondo. A dondoca da sabrina havia indo embora pela manhã, agradeci a deus por ela te voltado para sua cidade. Não aguentaria fica nem mais um dia sobre o mesmo teto que ela. - Vamos assistir um filme? - Dylan sugere. - Qual filme? - Ah não sei, escolhe você. - Invocação do m*l. - digo batendo palminhas. - Nem morto. - Qual é Dylan? Vai me dizer que tem medo. - olhei pra ele que negou rapidamente. - Não, eu só não gosto de filmes assim. - Dylan era um medroso em pessoa. Soltei uma gargalhada alta igual uma hiena, rir tanto que minha barriga começou doer. - Não acho graça nenhuma. - ele diz sem graça. Sorrir ainda mais, Dylan quando quer consegue se superar. - Tá bom, agente pode assistir outro. - Tudo bem, mais eu escolho. . Fiz pipoca e peguei duas latas de refrigerante para assistirmos. Dylan escolheu o filme 'Um vampiro mentiroso' pelo título me parece bom. No meio do filme o ridículo do meu primo resolveu me assustar e acabou comigo derrubando pipoca para todos os lados. - o que deu em você? - Coloquei minha mão no peito, sentindo meu coração acelerado - você me assustou! - Desculpa - ele sorrir e logo depois começou a rir - Me lavanto e vou até a cozinha pegar uma pá e vassoura. Voltei a sala e Dylan continuava assistindo e comendo o resto da pipoca. - Não vai me ajudar? - Espera o filme terminar. Assim que o filme acabou, Dylan me ajudou e nós dois arrumamos a sala juntos. Formos para cozinha beber alguma coisa e guarda a Pá e a vassoura. Dylan guardava as coisas, enquanto eu pegava dois copos para bebemos a água. - Voltei - estendi minha mão para que ele pudesse pegar o copo d'água, só que ele chegou perto demais colando nossos corpos, nossos olhares se cruzaram. Olhei em seus olhos pretos quase puxados para um cinza e ele continou ali me encarando. Seu olhar se desviou para o decote da minha blusa, onde ele mais uma vez desviou novamente para o meu rosto. - Eu vou pro meu quarto - digo sem graça - derrepente me bateu um sono. - mentir - É eu também vou. Sair da cozinha ainda chocada com o que aconteceu, eu sentir uma coisa estranha com todo aquele olhar em cima de mim.
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