mais que p**** 4

1054 Palavras
Sinto-me como se estivesse flutuando! , melhor do que isso, me sinto em paz  não consigo me lembrar, oque me trouxesse aqui?. Mais me sinto em casa nesse vazio, não me lembro quem eu sou  o porque estou aqui, tudo parece distante e perdido  como se tivesse acontecido com outra pessoa  o ataque          (mãe). Ignoro a lembrança das garás os dentes afiados sobre minha pele a dor lasciva enquanto penetrava minha carne. Lagrimas escorrem de meus olhos, de alguma forma sei que não estou morta que estou evitando acorda. Não quero per dela não quero ficar só!  eu não tenho nada, absolutamente nada   e, nem ninguém como eu posso continuar depois disso?  esse e ultimo pensamento ate de abrir os olhos e perceber que estou soterrada. Abro a boca na tentativa que alguém me escute mais só consigo   engasgar com à terra, que agora não mais cobre somente meus olhos como minha boca, tento mexer o meu corpo de forma frenética, procurando me agarra a algo. Mais nada acontece   e  o mundo fica escuro outra vez, acordo no mesmo lupin despeador  e sem fim  de ressuscitar, e morrer de novo não tenho certeza quantas vezes isso vem acontecendo se ao menos estou consciente ou se isso tudo não passa de uma alucinação c***l. Talvez de fato isso seja real e deus esteja em sua cadeira me assistindo pagar por meus pecados, deve ter visto minha falta de fê e queira me testar me deixar a ponto de desespero ate que me sobre só acreditar que um salvador virar me salvar!. Bom se isso o plano parece ter falhado  nas primeiras vezes que acordei tentei desesperadamente sair daqui  ate meus pulmões comprimirem de terrar e eu desmaiar. Agora isso me parece uma ideia r**m e só desperdício de energia   eu tinha aceitado me mantendo calma sempre que a sensação de sufocamento aumentava que meu peito doía pela compreçao da terra eu sabia  que, estava perto! Cada vez eu estava mais cansada logo eu não teria mais força 26:35(horário local) eu permanecia. calmo desde que voltara do que aparentemente era uma outra dimensão pelo menos agora eu sabia onde nosso sou se escondera! Fora tudo tao estranho a forma que eu fui parar la ela  já tinha visto um parte de  humanoides antes ate mesmo humanos de sangue puro  era uma pena que não fui rápido o suficiente!. O sol me atrapalhara na perseguição por ela, pretendia trazê-la  no momento que ela avistou minha adaga, precisava de respostas. Ela não percebera mais estivera a metros de um zoque respirar o mesmo ar que aquela criatura era toxico provavelmente levou o vírus para casa mais levando em conta a rapidez da transformação o hospedeiro já estava morto quando foi infectado!. Viro-me na cama improvisada que fiz embaixo de uma árvore a 6 metros de distância de onde enterrei às duas. Ela nem percebeu quando atirei nela culpa me fazia revirar sem parar seus olhos negros me atormentavam não consigo parar de pensar em seu rosto delicado me fitando a forma que seus cabelos negros balançavam com o vento seus lábios gruno  enquanto passo a língua pelas minhas presas e queria tela mordido ali p****orra eu queria bem mais que isso!. — algum problema? — Marcus aparece em meio as sombras  — já era hora! — digo e ele sorri exitante  — onde estava?- ele diz numa expressão seria  minha garganta fecha não sei como fórmula a resposta explicar para ele oque vi. Me achariam louco?. Me pediriam a localização do lugar. Oque nosso governo faria quando soubesse suspiro e melhor eu não dizer nada enquanto não tenho certeza do que fazer e nem nada sobre o local parece a ver uma espécie de portal embaixo da gruta e um espaço desconexo que uni os dois locais. Varias perguntas passam por minha mente  nunca fica escuro?  porque não a, imortais para onde eles foram  o solo e fértil não a infecção aqui porque  e que p***a de língua eles falam  magia nada? Como é possível. — estava tentando me esconder deles e você?- pergunto tentado me tirar do foco da conversa — estive tentando achar seus restos mortais, Marcel  faz um mês que não o vejo!- ele diz como se acreditasse  não era possível não fiquei nem ao menos 2 horas no local e tinha se passado um mês!. Eu não duvido de meu amigo por sua expressão cansada  suspiro antes de ouvir o som de terra mexendo  nos dois nos sobressaltamos ate eu perceber de onde vem a movimentação  — oque isso? — ele me questiona nervoso   caminho a passos largos de onde as enterrei.atirei na cabeça das duas seria possível sua espécie estar evoluindo? Que deus tivesse misericórdia se de fato isso estivesse acontecendo! Me adiantou puxando a adaga esperando por qual delas fosse que não fosse ela suplica para quem estiver ouvindo minha oração eu não queria fazer aquilo de novo. Suspiro quando uma mão delicada sai da terra  (azar) não demora muito para que seu corpo inteiro esteja para fora!. Meu amigo me encara de longe como se não acreditasse no que esta vendo  ela abre os olhos mais parecem normais mesmo que ela esteja suja com terrar ela abre a boca e espero por seu grito mais nada ela só cospe um monte de terra fora e olha desorientada ao redor  — minha mãe- ela diz com uma voz engasgada  — você matou minha mãe -choque tudo que eu sinto ela ainda e humana? Com certeza não! Oque diabos ela e então?. Ela me encara esperando uma resposta  assinto com um movimento de cabeça ela solta um GARGALHADA sinistra! d***a ela vai chamar a atenção deles  então a risada se torna lagrimas e tudo antes dela desmaiar de novo  — mais que p***a você fez!- meu amigo exclama  — precisamos ir! — digo antes de a pegar do chão  — desde quando você sequestra humanos?. Temos leis Marcel não importa de quem você e filho!- suspiro e começo minha caminhada  — meu pai sabe? — pergunto a ele sabendo que provavelmente se ele estava vivo a resposta e não. — não tive coragem de ir ate o conselho e informá-los ta bom !.- ótimo penso eu não queria atenção sobre min quando a levasse para o subsolo era melhor ninguém saber de nada  
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