Rodolfo deu um pequeno sorriso. — Nunca achei que ouviria isso da minha diaba desbocada. — Sorri. — Me aceita como sua diaba? — Você não sai mais a minha vida, eu não permito. — ele alisava meu rosto, aproximei minha boca, e beijei sua bochecha, caminhei os meus beijos até a sua boca, e mordi os seus lábios, ele enfiou a língua em minha boca e me beijou com seu beijo devorador. — Diaba linda. — Ele sorri e morde a minha orelha. Mas ouvimos batidas na porta e por um instante pensei que fosse Bruna, mas ouvia a voz da dona Madalena. — Senhor, Barros, senhora Selena tentou falar com o senhor sobre o jato. — Rodolfo sorriu, se levantou e foi até a porta e abriu. — Está preparado? — Sim, senhor. — O que faremos com a Bruna? — pergunto a ele sem saber o que fazer. — A enviamos para que

