Carlos Eduardo narrando Cheguei em casa e encontrei meu pai. - Oi pai. - Oi filho. - ele me abraçou forte e me sentei ao seu lado. - Tudo bem, pai? - Tudo nos eixos, e você, filho? Não está se metendo em problemas na escola, né? - Não. Tá tudo bem. - Que bom. Já decidiu o que quer fazer? - Na faculdade? - É. - Não. - Comece a pensar. Faltam apenas 2 anos. - Eu sei, pai. - Ei, não se preocupe, não vou pressioná-lo. - falou passando a mão nas minhas costas. - Tá. Obrigada, pai. Ele assentiu. - Quer fazer um programa pai e filho? Sorri. Eu não gostava quando ele sumia, mas era bom quando ele estava em casa e fazia de tudo para recuperar o tempo perdido. - Pode ser, o que quer fazer?- falei. - Jogo? - Pizza? Nos olhamos e entendendo a linguagem começamos a rir. - Eu

