Lua narrando Era tarde na noite, o sono não vinha e um pressentimento r**m tomava o meu corpo. Meu pai havia chegado naquela noite, e a paz reinava em casa. Mas o pressentimento persistia. Não aguentando mais, eu liguei para Kile, precisava me certificar que ele estava bem, e se estivesse talvez conversar me acalmaria. Primeiro só chamou. Mas eu não conseguiria ficar só rolando na cama sem saber o que fazer, foi então que eu liguei mais uma vez e enfim o chamada foi aceita. - Alô? - disse uma voz sonolenta. Sim, uma voz. Não era a voz de Kile. - Quem é? - perguntei aflita. - Giovana, e você? - Giovana? Você está na casa do Kile? - O que? Não, estamos num motel. Quem é? Na hora que ela disse aquilo, minha boca se abriu e nenhum som foi emitido, meu celular caiu na cama eu

