CELINA Sentir os beijos de Murilo, deu um calor grande no meu corpo, e as mãos dele então, esse homem parecia um polvo. Quando paramos os beijos para respirar um pouco, ele ficou-me olhando com um sorrisinho. — Fala, pode perguntar. -O que? — Estou a ver uma interrogação no seu rosto. Você nunca havia beijado ninguém? -Não! Nunca, mas gostei do seu beijo dos seus toques. — Mas a dúvida é outra. Fiquei vermelha de vergonha, nem conseguia falar, a baixei a cabeça. Ele tocou o meu queixo, fazendo erguer a cabeça. — Confia em mim, sou seu namorado, quero ser seu amigo, companheiro, estar ao seu lado sempre. -Murilo, olha, você tem experiencia, sabe tudo que está a acontecer aqui. Eu, o mundo que eu conheço, é apenas o que li nos livros. Aí, nem sei como dizer. — Apenas diga, da sua

