Romana
Dorian me leva no colo sem nenhum esforço até chegarmos ao elevador, pois eu estava com as pernas igual gelatina, depois segurou na minha mão até chegarmos no seu apartamento, e assim que entramos ele começou a tirar a minha roupa com delicadeza, me levou até o banheiro dele e colocou à hidromassagem pra encher. Em um segundo ele arrancou as próprias roupas e depois me encostou na pia do banheiro, se abaixou e foi fazendo um caminho de beijos nas minhas pernas até chegar na minha i********e, e começou a chupar.
— Aanh Dorian! - gemi quando ele começou a lamber a zona ao meu redor, em seguida colocou a minha perna direita em cima do ombro dele e sua língua foi de encontro a minha entrada, onde ele começou a chupar sem parar.
Sentir a sua língua quente me invadindo me quebra todo, ele segura meus quadris com avidez enquanto chupa tudo com maestria me deixando completamente alucinada.
— Dorian eu vou gozar. - avisei e ele me chupou com tanto t***o enquanto também se masturbava eu gozei tão gostoso que cheguei a revirar os olhos. Fiquei ali com as pernas bambas observando a cena maravilhosa dele gozando também.
Antes que eu desabasse ali mesmo ele me pega no colo e me leva até a hidro que já está cheia e eu adentro na mesma me deleitando com a água morna, ele senta atrás de mim e começa a fazer uma massagem extremamente relaxante, é impressionante como tem momentos que o toque de suas mãos são delicadas e em outras tão brutos.
Aconchego minhas costas no peito dele e fecho os olhos enquanto ele desfere vários beijinhos no meu pescoço e ombro, suas mãos deslizam pelo o meu abdômen e peitoral, não com desejo, mas com carinho. Por um momento eu achei que até poderia dormir ali, aliás eu poderia passar o resto da minha vida aqui nessa banheira com ele que nunca iria reclamar.
— Você é tão perfeita! - Dorian sussurra na minha orelha me deixando arrepiado.
— Você que é. - falei e o mesmo sorriu depois segurou o meu queixo com delicadeza, puxou a minha cabeça para trás e me deu um beijo delicioso.
Depois de um tempo que eu nem sei dizer quanto, Dorian me chamou para sairmos da hidro, ele pegou a toalha felpuda que eu tanto amo e me secou com cuidado, depois se secou rápido e me puxou pela mão até a frente do seu guarda roupa, ali eu vi que havia separado um espaço com algumas das minhas novas roupas, mas ele pegou uma camiseta preta dele e colocou em mim, depois vestiu apenas uma samba canção.
— Sua camisa tá parecendo um vestido em mim. - falei num tom divertido.
— Você tá linda. - falou rouco e me levou para a enorme cama, deitamos e ele me puxou pra ele, colocou uma das pernas entre as minhas e nos aninhamos com perfeição. Aconcheguei a minha cabeça no peito dele enquanto recebia cafuné no meu cabelo, e perdido nesse momento maravilhoso eu caí em um sono profundo.
(....)
Quando abro os olhos percebo o Dorian ao meu lado me encarando profundamente e me pergunto há quanto tempo ele está ali parado me observando dormir.
— Bom dia! - ele diz e me dá um selinho.
— Bom dia. - respondi sorrindo pra ele. — Que horas é?
— Acho que umas dez.
— Não acredito que dormi isso tudo.
— Você parece um anjo quando está dormindo. - ele diz e coloca uma mecha atrás da minha orelha. — Vai vir hoje me ver ou tem alguma festinha onde aquele ruivo vai estar para ir?
— Venho te ver, e eu não tenho nada com o Guto já te disse. - respondi achando graça no fato dele ainda estar incomodado com isso.
— Você já ficou com alguém depois de mim? - ele pergunta e depois o percebo trincando o maxilar.
— Não, nem com o Guto e nem com ninguém.
— Sei, quer dizer que ele não pegou em você assim assim. - ele diz começando a acariciar a minha i********e.
— Não, nem chegou perto. - disse com dificuldade.
— E ele já te deixou excitada desse jeito? - ele pergunta subindo e descendo por toda a minha parte úmida.
— Definitivamente não. - respondi tentando controlar a minha respiração e o mesmo sorriu, depois em um impulso me pegou e sentou em seu colo na cama, eu já foi metendo logo de uma vez.
— Sinto muito por essa garoto, mas você é minha. - falou acelerando Deus movimentos e eu comecei a quicar sem parar, pouco tempo depois ele se desmancha junto comigo. Ele coloca seus dedos melados na minha boca me fazendo chupar e depois me dá um tapinha no rosto.
— Safadinha. - ele diz mordendo o lábio e me fazendo sorrir.
Depois eu me levanto e vou tomar banho, me escovo com uma escova de dentes rosa que agora está ao lado da azul e procuro as minhas roupas que ele espalhou pela casa ontem. Assim que consigo me vestir o encontro na cozinha já com uma vitamina pronta para mim.
— Toma tudo bebê. - ele diz e me entrega o copo.
— Tá bom Dorian. - falei e o mesmo sorriu. Bebi tudinho e depois que terminei ele foi me deixar em casa, me deu um selinho e eu desci do carro.
Quando entrei em casa, a minha mãe estava olhando pela janela da rua.
— Quem era nesse carrão?
— Era o irmão da Bia, ele pediu pra ele me deixar em casa.
— Ah sim! Foi boa a festa?
— Até que foi. - respondi com um meio sorriso, eu não vou contar pra ela que falaram merda sobre o meu pai, com certeza isso a deixaria triste.
— Me ajuda com o almoço? - me pede sorrindo.
— É claro minha ruiva linda. - eu disse e fui com ela pra cozinha, nos preparamos toda a comida e depois o meu pai chegou sabe-se lá de onde e sentou com a gente na mesa.
Começamos a almoçar em silêncio por uns dez minutos até o momento em que minha o questionou sobre trabalho e onde o mesmo tinha se enfiado a manhã toda na rua e aí a briga começou, acabando com o minuto de paz que estávamos tendo há pouco tempo.
— A nossa filha de dezoito anos precisa se virar com os estudos e trabalho pra me ajudar em casa por que o próprio pai não ajuda. - minha mãe diz irritada.
— Você acha que eu não tento encontrar trabalho? Agora mesmo passei a manhã toda procurando. - meu pai responde no mesmo tom.
— Com certeza você estava em alguma pocilga jogando cartas.
— Você não pode me acusar assim.
— E quem garante que não estava. - eles começam a gritar e toda a comida começa a virar terra na minha boca, de tudo o que acontece na minha casa essa briga entre eles é o que mais me afeta, então do nada eu surto também, tentando acabar com toda aquela confusão.
— PAREM! - gritei e os dois se calaram e ficaram me olhando pasmos.
— Desculpa filha! - meu pai diz e durante um bom tempo eu não tinha visto sinceridade nas suas palavras, até agora.
— Meu amor desculpa. - ela diz e me abraça. — Você é meu filhinha querida e eu te amo muito.
— Eu também te amo muito mãe. - falei sentindo todo o alívio percorrer o meu corpo.
— Você só me dá orgulho, e o seu pai e eu vamos te apoiar e estar com você sempre m. - ela diz e se vira pra o meu pai. — Não é Hugo?
— Sim filha! Eu te amo. Vou tentar melhorar por você. - meu pai se junta ao nosso abraço e por um momento eu resolvi dar uma trégua pra ele.
— Eu também te amo pai.
E por mais um tempo nós ficamos ali juntos, a minha mãe pediu pizza e nós três passamos a tarde assistindo filme como há muito tempo não fazíamos.