Ponto de Vista de Seraphina Acordei esparramada numa cama chique de hotel, com os membros pesados como chumbo, e a cabeça girando em ondas opacas. Pisquei forte e forcei meus olhos a se abrirem, os contornos embaçados ao meu redor ganhando foco lentamente. Uma suíte de hotel com luz fraca. O ar fedia—a colônia barata, suor e aquela sujeira inconfundível que gruda em lobisomens fora-da-lei. Eu não estava sozinha. Havia sete, talvez oito lobisomens espalhados pelo cômodo. Todos tinham toalhas amarradas na cintura e p****s cobertos de tatuagens grosseiras. Seus olhos passeavam sobre mim, cheios de perversão e maldade. Aos pés da cama, havia uma coleção nojenta de brinquedos adultos, e entre eles, seringas cheias de uma substância sinistra. Meu coração batia como um t

