Júlio: Desculpe mamãe... não sabia que a senhora estava com visitas... Juracy: É... Esta é Marluce meu filho... você deve lembrar dela... faz muito tempo, ela e eu sempre fomos amigas, agora estamos morando juntas, achei que havia lhe falado já! Júlio se recorda de Marluce sempre presente desde quando foi morar no seminário para ser padre, ele quando garoto costumava lhe chamar de tia... Marluce: Júlio! como você cresceu! Lembra que me chamava de tia! Se tornou um homem muito bonito! Juracy: Homem não! um padre, servo de Deus! Júlio se aproxima de Marluce e a abraça... Júlio: Como não lembrar de você! assim que meu pai morreu, você se aproximou de mim, e foi tão carinhosa comigo... fazia tempo que não lhe via! Juracy: Bem, vejo que hoje está mais calmo... vamos conversar, venha

