Kevin- eu não te odeio

615 Palavras
Eu namorava o Kevin muito antes dele ser um profeta, teve uma época que ele tava surtando e o Dean veio conversar comigo numa noite. Estavam batendo na porta do meu quarto em plenas 3 da manhã. - S/n! - reconheci a voz daquele loiro descarado. - já vou! - abro a porte de pijama mesmo. - que foi ? - o Kevin fez m***a! - tipo? - ele tipo encheo a cara em um bar e quase se jogar da ponte por culpa! - culpa de que ? - S/n- ele olha pro chão tomando coragem e olha pra mim - o Kevin andava te traindo, ele mesmo falou pra mim e pro sem quando tava se pendurando na ponte. - meus olhos se arregalam e a única coisa que sentir foi ódio por ser feito de trouxa. - onde aquele desgraçado tá !? - durmiu de tão bebo que tava!- ele me abraça- se acalma, amanhã você conversa com ele. Ele me solta e sai do quarto. Não pensei duas vezes antes de colocar minhas coisas numa mala e colocá-las no carro naquela madrugada. Durmir no Bunker pois queria falar com o Kevin de manhã. Mas no outro dia eu vi ele sentado na mesa, olhei pra ele. - Terminamos Kevin, não me procure. - ele fica sério me olhando pois já tinha ameaçado terminar outras vezes por birra. - até meninos! - dou neles um abraço e um beijo na bochecha. - até - Sam fala triste e Dean olha pra Kevin sério. Fui embora e três semanas depois minha mestruação não vinha. Fiz um teste e deu positivo, tava grávida. A melhor opção foi falar com a Linda, contei tudo pra ela e como mãe me acolheu na sua casa. Estava com 8 meses, sentada na cozinha vejo linda abrir a porta, era o Kevin, havia chegado a hora de falar com ele sem tentar o m***r. - Boa noite mãe! - ele a abraça e logo após ela o conduz até a mim. - Boa noite S/n! - Boa noite Kevin! - o clima entre a gente era pesado não tinha mais aquela suavidade de antes. - Vou deixar vocês a sós- ela sobe as escadas provavelmente indo pro seu quarto ou do meu filho ajeitar alguma coisa. - já tá pra nascer nosso filho né? - Sim, desde quando você sabia? - uns dias depois de você chegar aqui minha mãe me encontrou e contou me esculhambando. - entendi! - Você deve me odiar pelo oque eu fiz mas não tem como mudar o passado mas quero que o presente seja melhor sendo um pai presente. - eu não te odeio! - olho pra ele. - Não, eu não poderia, nem se eu quisesse! - solto um sorriso - você é uma pessoa maravilhosa. - mas... - o interrompo - Eu só odeio a dor pela qual você me fez passar. E no fundo eu só queria acreditar que você durmia sozinho. - mas eu não dormia, todas as vezes que acabei te traindo tava bêbado demais pra raciocínar e tenho quase certeza que nunca passava de beijos. - acho que eu estava louca por ter te dado o meu corpo,minha mente. - estavamos apaixonados e nunca vou me arrepender de ter tido você. Acabamos fazendo as pazes mais só como amigos e pais. Quando o S/f nasceu o Kevin não sentia mais efeito de ser profeta nenhum, foi um pai bastante presente e dedicado. - toma cuidado- Linda falava. - fica tranquila mãe! - ela tinha virado uma avó coruja. A parte paternal do Kevin fazia despertar meus sentimentos por ele. Lutar contra esses sentimentos ou deixar florir?
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